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	<title>Duque Estrada</title>
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		<title>Notícias Vasp &#8211; 145 &#8211; Justiça trabalhista bloqueia R$ 75 milhões da Vasp (consultor jurídico 30.8.2010)</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/31/noticias-vasp-145-justica-trabalhista-bloqueia-r-75-milhoes-da-vasp-consultor-juridico-30-8-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 18:21:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[


CONSULTOR JURIDICO
segunda, dia 30 agosto de  2010
 NOTÍCIAS
Justiça trabalhista bloqueia R$ 75 milhões da  Vasp
POR MARIANA GHIRELLO
A Seção de Dissídios Individuais do Tribunal Regional do Trabalho  de São Paulo
rejeitou o pedido de liminar em que o Banco Rural tentava impedir  a devolução
do valor arrecadado com a venda de cabeças de gado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":9d">
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<div>
<div><span style="font-family: Calibri;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: #5588cd; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #5588cd; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana; color: #5588cd; font-size: xx-small;"><span style="font-size: small;">CONSULTOR JURIDICO</span></p>
<p><span style="font-size: small;">segunda, dia 30 agosto de  2010</span></p>
<p></span></span></span></strong></span><span style="font-family: Arial; color: #555555;"><span style="font-family: Arial; color: #555555;"><span style="font-family: Arial; color: #555555;"> </span></span></span><span style="font-family: Arial; color: #537ec1;"><span style="font-family: Arial; color: #537ec1;"><span style="font-family: Arial; color: #537ec1;">NOTÍCIAS</p>
<p></span></span></span><span style="font-family: Arial; color: #537ec1;"><span style="font-family: Arial; color: #537ec1;"></span></span><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Verdana;">Justiça trabalhista bloqueia R$ 75 milhões da  Vasp</p>
<p></span></span><span style="font-family: Verdana; color: #555555;"><span style="font-family: Verdana; color: #555555;"><span style="font-family: Verdana; color: #555555;">POR MARIANA GHIRELLO</p>
<p></span></span></span><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;">A Seção de Dissídios Individuais do Tribunal Regional do Trabalho  de São Paulo</p>
<p>rejeitou o pedido de liminar em que o Banco Rural tentava impedir  a devolução</p>
<p>do valor arrecadado com a venda de cabeças de gado penhoradas pela  Justiça</p>
<p>do Trabalho. Com a decisão, a juíza da execução Elisa Maria Secco  poderá fazer</p>
<p>o bloqueio online dos R$ 75 milhões, mais juros e correção  monetária, para</p>
<p>quitar dívidas trabalhistas do Grupo Canhedo, referentes à massa  falida da</p>
<p>Vasp.</p>
<p>Em dezembro de 2006, a 14ª Vara do Trabalho de São Paulo,  conhecida como</p>
<p>Vara Vasp por concentrar todos os processos referentes à empresa,  reconheceu</p>
<p>que houve fraude à execução quando o grupo vendeu mais de 70 mil  cabeças</p>
<p>de gado que estavam penhorados. O comprador, Banco Rural (que  também faz</p>
<p>parte do grupo), recorreu ao TRT-SP. Mas a liminar foi extinta  pela SDI. Com a</p>
<p>decisão, será possível retomar o dinheiro. A Ação Civil Pública em  favor dos</p>
<p>direitos dos ex-funcionários da Vasp foi proposta pelo Ministério  Público do</p>
<p>Trabalho.</p>
<p>O juiz Alexandre Alves Lazzarini, da 1ª Vara de Falências e  Recuperações</p>
<p>Judiciais de São Paulo, decretou em 2008 a falência da Viação  Aérea de São</p>
<p>Paulo Sociedade Anônima (Vasp). Ele concluiu que a empresa não  tinha</p>
<p>condições de cumprir o plano de recuperação judicial elaborado  depois que a</p>
<p>Justiça do Trabalho determinou a intervenção da empresa.</p>
<p>Um grupo de credores trabalhistas pediu a falência requisitando  créditos que</p>
<p>ultrapassam R$ 1 milhão. O argumento é o de que a Lei de  Recuperação</p>
<p>Judicial (Lei 11.101/05) prevê que quando o plano de recuperação  judicial não é</p>
<p>cumprido, deve ser decretada a falência do devedor. A Vasp se  comprometeu a</p>
<p>quitar as dívidas trabalhistas, já reconhecidas pelo juiz da  falência, no prazo de</p>
<p>um ano depois de assinado o termo de recuperação. O que não  ocorreu.</p>
<p>O despacho que concedeu o processamento da recuperação judicial da  Vasp foi</p>
<p>dado em 7 de outubro de 2005. A decisão que permitiu a recuperação  judicial</p>
<p>da devedora é de 24 de agosto de 2006. A Assembleia Geral dos  Credores que</p>
<p>aprovou o plano ocorreu em 26 de agosto de 2006. Os funcionários  tinham de</p>
<p>receber o dinheiro até 24 de agosto de 2007.</p>
<p>O juiz entendeu, à época, que &#8220;as impugnações feitas pela Vasp à  deliberação</p>
<p>da Assembleia de Credores para a decretação da falência ou mesmo  da anterior</p>
<p>assembleia, não têm como ser acolhidas&#8221;.</p>
<p>Segundo o advogado</p>
<p></span></span></span><strong><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;">Francisco Gonçalves Martins</span></span></span></strong><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;">, que representa oscredores, “toda empresa que deve à Justiça a sua recuperação  judicial, deve ter</p>
<p>como princípio o cumprimento do seu plano de recuperação aprovado  pelos</p>
<p>credores. Se assim não procede, a falência é inevitável. E foi  isso o que ocorreu</p>
<p>com a Vasp, ou seja, ela não cumpriu sequer uma vírgula do plano  de</p>
<p>recuperação judicial aprovado pelos credores, de modo que a  falência era a</p>
<p>única medida a ser adotada pelo juiz que conduz o processo de  recuperação</p>
<p>judicial”, afirma o advogado Francisco Gonçalves Martins, que  representa os</p>
<p>credores.</p>
<p></span></span></span><strong><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333;">SDI &#8211;  12870200900002007</p>
<p></span></span></span></strong></div>
</div>
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		<title>Estrangeiro poderá ter 100% de empresa aérea brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 18:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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Folha de São Paulo
São Paulo, domingo, 29 de  agosto de 2010
Estrangeiro  poderá ter 100% de empresa aérea brasileira
Projeto de lei que amplia a  participação de companhia do exterior para 49% também abre brecha para controle  total
Associação entre a companhia aérea LAN, do Chile, e a TAM, do Brasil,  poderá ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":8z">
<div id=":90">
<div>
<div><span style="font-family: Calibri;"><strong><a name="12ac3ae91b54defb_Estrangeiro">Folha de São Paulo</a></strong><br />
<strong>São Paulo, domingo, 29 de  agosto de 2010</strong><br />
<strong><em>Estrangeiro  poderá ter 100% de empresa aérea brasileira<br />
Projeto de lei que amplia a  participação de companhia do exterior para 49% também abre brecha para controle  total<br />
Associação entre a companhia aérea LAN, do Chile, e a TAM, do Brasil,  poderá ser beneficiada pela norma</em></strong><br />
<strong>MARIANA  BARBOSA<br />
DE SÃO PAULO</strong></p>
<p>A  engenharia financeira que as companhias aéreas LAN e TAM estão fazendo para  demonstrar que a segunda continuará sob controle de brasileiros será dispensável  caso seja aprovado o projeto de lei que amplia a participação de estrangeiros no  setor.<br />
O projeto, que já passou por comissões e aguarda votação na Câmara dos  Deputados, permite que estrangeiros detenham 100% de uma empresa aérea nacional,  desde que exista reciprocidade.<br />
Hoje estrangeiros só podem deter 20% de uma  empresa aérea brasileira. De autoria do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR),  o projeto aumenta essa participação para 49%.<br />
Porém, um parágrafo menos  conhecido do mesmo projeto prevê que o Brasil faça acordos bilaterais que  permitam, mediante reciprocidade, que a participação estrangeira chegue a  100%.<br />
A Folha apurou que o parágrafo foi incluído por pressão do Ministério  da Defesa.<br />
O Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) defende os  49%, mas é contra permitir que estrangeiros detenham o controle.<br />
&#8220;Se você  permite isso, amanhã a Solange [Vieira, presidente da Anac] faz acordos  bilaterais com todos os países&#8221;, diz José Márcio Mol- lo, presidente do  sindicato.<br />
Um dos argumentos usados para justificar a proteção é a soberania  nacional. Sobretudo entre militares, acredita-se que o Brasil não deve depender  de estrangeiros para se conectar com o mundo.<br />
No caso do Chile, há sinais, no  entanto, de que um eventual acordo bilateral poderá contar com a simpatia  militar. Sinais surgiram com a visita do ministro Nelson Jobim (Defesa) a  Santiago na terça da semana passada.<br />
Na ocasião, Brasil e Chile celebraram um  acordo para viabilizar a construção do cargueiro KC-390, um projeto da Embraer  em parceria com a Força Aérea. Jobim foi recebido pelo presidente chileno,  Sebastián Piñera, que, até vencer as eleições, neste ano, era acionista da  LAN.</p>
<p><strong>SEM JUSTIFICATIVA</strong><br />
Para Respício do Espírito  Santo, professor de transporte aéreo da UFRJ, o argumento da soberania nacional  não mais se justifica. &#8220;Quer algo mais estratégico do que telefonia e energia,  setores em que não há restrição ao capital estrangeiro?&#8221;<br />
A economista Lúcia  Helena Salgado, do Ipea, também defende a liberação. &#8220;Precisamos de  investimento, oferta e concorrência, e não há razão técnica para discriminar o  capital estrangeiro, salvo a situação em que o capital brasileiro seja  discriminado&#8221;, ressalta.<br />
Para Jorge Medeiros, professor da Escola Politécnica  da USP, o Brasil já permite, na prática, que estrangeiros controlem o setor. &#8220;A  lei, do jeito que está, não garante a soberania nacional&#8221;, diz. &#8220;A cargueira  ABSA tem 80% de capital nacional, mas todos sabem que é da LAN. A Varig foi  comprada por um fundo americano. E agora temos a LAN comprando a  TAM</span></div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Notícias Vasp &#8211; 144 &#8211; Novos esclarecimentos</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/27/noticias-vasp-144-novos-esclarecimentos/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VASP]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo, 26 de setembro de 2010.
Prezados Amigos e clientes,
Algumas pessoas tem me dito por e-mail que estão preocupadas com o  ultimo parágrafo da matéria do Valor Economico:
“Se a decisão for favorável aos trabalhadores, os advogados ainda  podem recorrer à instância máxima do TST, a Seção I Especializada em Dissídios  Individuais (SDI-1), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 26 de setembro de 2010.</p>
<p>Prezados Amigos e clientes,</p>
<p>Algumas pessoas tem me dito por e-mail que estão preocupadas com o  ultimo parágrafo da matéria do Valor Economico:</p>
<p>“Se a decisão for favorável aos trabalhadores, os advogados ainda  podem recorrer à instância máxima do TST, a Seção I Especializada em Dissídios  Individuais (SDI-1), e até mesmo ao Supremo Tribunal Federal  (STF).&#8221;</p>
<p>A luta ainda não está ganha, mas para tranqüilizar a todos, segue  abaixo os dispositivos que tornam praticamente impossível eles vencerem tanto na  SDI como no STF:</p>
<p><strong><em>Sumula 164 do TST</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>164 &#8211; Procuração. Juntada </em></strong><em>(RA 102/1982, DJ 11.10.1982 e DJ 15.10.1982. Nova redação &#8211; Res.  121/2003, DJ 19.11.2003)</em></p>
<p>O não-cumprimento das determinações dos §§ 1º e 2º do art. 5º da Lei  nº 8.906, de 04.07.1994 e do art. 37, parágrafo único, do Código de Processo  Civil importa o não-conhecimento de recurso,  por inexistente, exceto na  hipótese de mandato tácito.</p>
<p>Jurisprudência do TST, na SD-I :</p>
<p><strong><em>TST </em></strong><strong><em>è</em></strong><strong><em> </em></strong><strong><em> </em></strong><strong><em>“Ementa:</em></strong><em> </em><em>AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUSÊNCIA DE PROCURAÇÃO OUTORGADA AOS ADVOGADOS  DOS AGRAVADOS. EMBARGOS DE TERCEIRO. OBRIGATORIEDADE DE JUNTADA</em><em>. O art. 897, § 5º, inciso I, da CLT, é expresso ao  dispor que, sob pena de não conhecimento, as partes promoverão a formação do  instrumento do agravo de instrumento, obrigatoriamente, dentre outras, com a  cópia da procuração outorgada ao advogado do agravado. Assim, ainda que se trate  de Recurso de Revista e agravo processados nos autos de embargos de terceiros, </em><strong><em><span style="text-decoration: underline;">deve  a parte trasladar a cópia da procuração do agravado, ainda que a tenha de  extrair dos autos da própria reclamação trabalhista</span></em></strong><em>. A obrigatoriedade de juntada da referida peça tem a ver  com a imperiosidade do respeito às normas relativas à intimação das partes sobre  os atos processuais, e não com a extensão dos poderes outorgados pelos agravados  na execução. Embargos não conhecidos. Processo: A-AIRR &#8211; 7900-83.2002.5.06.0321  Data de Julgamento: 02/10/2006, Relator Ministro: </em><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Carlos Alberto Reis de Paula</span></em></strong><em>, </em><em>Subseção I Especializada em Dissídios  Individuais</em><em>, Data de Publicação: DJ 20/10/2006.” </em>(Destacou-se).”</p>
<p>Supremo Tribunal Federal:</p>
<p><strong><em>STF </em></strong><strong><em>è</em></strong><strong><em> </em></strong><em>“EMENTA:</em><em> Embargos de declaração em agravo regimental em agravo de  instrumento. 2. Advogado subscritor do recurso.<strong> </strong></em><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Ausência de procuração ou de substabelecimento, que comprove a  outorga de poderes da parte agravante ao advogado signatário da peça  recursal</span></em></strong><strong><em>. </em></strong><strong><em>Inobservância do prazo legal (art. 37, parágrafo único, do CPC).  Recurso inexistente. 3. Suspensão do prazo recursal. Não-ocorrência. 4. <span style="text-decoration: underline;">Trânsito em julgado da decisão. Imediata baixa dos  autos</span></em></strong><strong><em>. 5. Embargos de declaração não conhecidos. </em></strong><em>(AI 744524 AgR-ED/PE –  Rel Min. GILMAR MENDES &#8211; </em><strong><em><span style="text-decoration: underline;">Tribunal Pleno</span></em></strong><em> &#8211; DJe  21-08-2009)”</em> (Destacou-se).</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Carlos Duque  Estrada</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem manda na TAM é a família Amaro&#8221;, diz dono da LAN ao comentar fusão</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 21:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[TAM]]></category>

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26/08/2010 &#8211; 14h21 
uol
&#8220;Quem manda na TAM é a família Amaro&#8221;, diz dono da LAN ao  comentar fusão

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DA ANSA, EM SANTIAGO
DE SÃO PAULO

O gerente geral da companhia chilena LAN Airlines, Ignacio Cueto, declarou  nesta quinta-feira que na TAM quem &#8220;manda é a família Amaro&#8221;, e que o acordo de  fusão entre ambas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":z3">
<div id=":z4">
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<div><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Times New Roman;">26/08/2010 &#8211; 14h21 </span></span></div>
<div><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Times New Roman;">uol</span></span></div>
<h1>&#8220;Quem manda na TAM é a família Amaro&#8221;, diz dono da LAN ao  comentar fusão</h1>
<div>
<p>Publicidade</p>
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<p>DA ANSA, EM SANTIAGO<br />
DE SÃO PAULO</p>
</div>
<p>O gerente geral da companhia chilena LAN Airlines, Ignacio Cueto, declarou  nesta quinta-feira que na TAM quem &#8220;manda é a família Amaro&#8221;, e que o acordo de  fusão entre ambas, que cria a Latam, prevê um poder de veto em decisões muito  pontuais da empresa brasileira.</p>
<p>&#8220;Ambas as famílias [Amaro --controladora da TAM-- e Cueto] controlam de forma  conjunta a Latam. É diferente na TAM, onde todos os direitos políticos e o  controle da companhia estão nas mãos da família Amaro&#8221;, declarou o diretor ao  jornal &#8220;La Tercera&#8221; ao chegar do Brasil.</p>
<p>O acordo de associação que cria a Latam foi anunciado dia 13 de agosto, dando  origem a uma gigante no setor, com ingressos de mais de US$ 8,5 bilhões anuais.  O irmão de Ignacio, Enrique Cueto, além de ser co-proprietário da companhia  chilena, foi o homem escolhido para dirigir a nova empresa.</p>
<ul>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/783801-maria-ines-dolci-fusao-entre-tam-e-lan-mantem-duopolio-aereo.shtml" target="_blank" class="liexternal">Maria    Inês Dolci: Fusão entre TAM e LAN mantém duopólio aéreo</a></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782906-tam-ira-controlar-apenas-29-da-nova-gigante-da-aviacao-lan-tera-706.shtml" target="_blank" class="liexternal">TAM    irá controlar apenas 29% da nova gigante da aviação; LAN terá  70,6%</a></li>
</ul>
<p>&#8220;Ao entregar o poder total à família Amaro na TAM, estamos confiando e dando  fé que eles vão tomar decisões que apontam para benefícios mútuos. O grupo LAN  está confiando 100%, porque lá [na TAM] manda a família Amaro, e aqui mandamos  nós dois&#8221;, detalhou.</p>
<p>Cueto disse que estão sendo acertados os detalhes para apresentar o caso às  autoridades brasileiras responsáveis por autorizar fusões como a que cria a  Latam, para que &#8220;dentro de três semanas esteja firmado o acordo concreto&#8221;.</p>
<p>O gerente antecipou que a companhia continua pensando em uma abertura na  Bolsa do Peru nos próximos meses. &#8220;Acredito que quanto mais sul-americanos  participem na maior quantidade de mercados possível, é muito melhor&#8221;, sustentou.</p>
<p>De acordo com o anúncio do dia 13, a Latam incorporaria as operações da LAN  no Peru, na Argentina e no Equador; a LAN Cargo e suas subsidiárias TAM Linhas  Aéreas, TAM Mercosul, além das demais sociedades das duas empresas. Ambas  continuarão funcionando com certificados de operação e marcas diferentes, mas  poderão usar reservas e passagens compartilhadas no futuro.</p>
<p>A LAN é a maior companhia aérea do Chile, e o presidente do país, Sebastián  Piñera, era um de seus principais acionistas até alguns meses atrás.</p>
<p><strong>FUSÃO</strong></p>
<p>Quando comunicaram a fusão, as empresas comunicaram que o negócio envolveria  a troca de ações das duas companhias para formação da Latam Airlines. A Latam,  se materializada, seria a 11ª no ranking mundial em passageiros, com receita de  US$ 8,5 bilhões. As sinergias que serão colhidas pela união são estimadas em US$  400 milhões.</p>
<p>A expectativa é que o negócio seja concluído em um prazo de seis a nove  meses. De acordo com o diretor financeiro da TAM S.A. e presidente da TAM Linhas  Aéreas, Líbano Barroso, trata-se de uma previsão realista, com base em outras  transações do tipo já realizadas entre empresas aéreas.</p>
<p>Pelos termos do acordo entre as companhias aéreas, a família Amaro  &#8211;controladora da TAM&#8211; terá 13,5% da Latam, mas ainda seguirá com 80% das ações  com direito a voto na TAM Linhas Aéreas, que será uma subsidiária de capital  fechado da holding.</p>
<p>A família Cueto, atual acionista majoritária da LAN, ficará com 24,1% da  Latam.</p>
<p>Haverá um acordo de acionistas no bloco de controle determinando igual poder  de voto para as duas partes. Cada uma das famílias terá dois membros no Conselho  de Administração, de um total de nove integrantes.</p>
<p>Conforme a TAM, seus atuais acionistas minoritários ficarão com 15,8% da  Latam. Os minoritários da LAN, por sua vez, ficarão com 46,6% do capital total  do novo grupo.</p>
<p>Pelas regras do setor aéreo brasileiro, as companhias aéreas nacionais não  podem ter mais de 20% do capital votante nas mãos de investidores estrangeiros.</p>
<p>A LAN Chile serve a 70 destinos e a brasileira TAM, a 62. Ambas possuem um  total de 241 aeronaves (98 da empresa chilena e 143 da brasileira), destinadas  tanto ao transporte de passageiros quanto de carga.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Notícias Vasp &#8211; 143 &#8211; Matéria do jornal Valor Econômico 26.8.2010</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 21:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VASP]]></category>

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		<description><![CDATA[TST julga posse da fazenda de  Canhedo





Adriana          Aguiar, de São Paulo
26/08/2010










O Tribunal Superior do Trabalho        (TST) começou a analisar ontem um recurso do ex-controlador da Vasp,        Wagner Canhedo, por meio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>TST julga posse da fazenda de  Canhedo</h1>
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<ul>Adriana          Aguiar, de São Paulo<br />
26/08/2010</ul>
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<p>O Tribunal Superior do Trabalho        (TST) começou a analisar ontem um recurso do ex-controlador da Vasp,        Wagner Canhedo, por meio do qual ele tenta anular a posse definitiva da        Fazenda Piratininga pelos ex-trabalhadores da companhia aérea. A        propriedade, localizada no norte de Goiás, está avaliada em R$ 615 milhões        e foi transferida para os trabalhadores em novembro de 2009 para pagar        parte da dívida da empresa. A Vasp, que teve a falência decretada em        setembro de 2008, deve cerca de R$ 1 bilhão aos antigos funcionários.</p>
<p>Por enquanto, há apenas o voto        do relator do caso na 5ª Turma, ministro Emmanoel Pereira, que negou        provimento no recurso proposto pelos advogados do empresário e da        Agropecuária Vale do Araguaia, proprietária da Fazenda Piratininga. O        magistrado entendeu que houve problemas na juntada de documentos para        formar o recurso. Após o voto, o ministro João Batista Brito Pereira pediu        vista. Ainda falta votar a ministra Kátia Magalhães Arruda.</p>
<p>A defesa tenta anular a        adjudicação (propriedade definitiva) da fazenda ao alegar que a        propriedade seria essencial para a recuperação judicial da Agropecuária        Vale do Araguaia, que teria entrado em recuperação judicial antes da        adjudicação. E que os advogados não teriam sido intimados dessa decisão.        Os advogados do Sindicato dos Aeroviários do Estado de São Paulo, Carlos        Duque Estrada e Francisco Gonçalves Martins, negam essas alegações e        tentam derrubar o recurso com a argumentação central de falta de        documentação. Segundo Duque Estrada, não havia procuração de um dos        advogados para atuar no caso e documentação da parte contrária, necessária        na entrada do recurso. Para ele, não há chances desse recurso ser        considerado válido, já que isso contraria até a Súmula nº 164 do TST, que        trata da juntada de procurações.</p>
<p>A fazenda já foi levada a leilão        em abril deste ano por um lance mínimo de de R$ 370 milhões. No entanto, o        corregedor-geral da Justiça do Trabalho, Carlos Alberto Reis de Paula,        determinou o prosseguimento do leilão, desde que seus efeitos fossem        sustados, até que esse recurso, que teve seu julgamento iniciado ontem no        TST fosse analisado. Em razão do impasse, a propriedade não chegou a        receber lances, apesar da presença de interessados. Se a venda vier a se        concretizar, esta será a primeira vez no país que um grupo de        trabalhadores de uma empresa em falência receberá seus créditos fora do        rateio de ativos no processo de falência.</p>
<p>Procurados pelo <strong>Valor</strong>, os        advogados de Canhedo e da fazenda, Claudio Alberto Feitosa Penna Fernandes        e Eduardo Safe Carneiro, não retornaram até o fechamento da edição. Se a        decisão for favorável aos trabalhadores, os advogados ainda podem recorrer        à instância máxima do TST, a Seção I Especializada em Dissídios        Individuais (SDI-1), e até mesmo ao Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 78 &#8211; Matéria do jornal Valor Econômico de 23.8.2010</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 16:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Gol pode ser acionada por credores da  Varig





Alberto          Komatsu e Zínia Baeta, de São Paulo
23/08/2010










Sem opções diante da decretação        da falência da &#8220;Varig velha&#8221; (hoje Flex) na sexta-feira pela Justiça do        [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Gol pode ser acionada por credores da  Varig</h1>
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<ul>Alberto          Komatsu e Zínia Baeta, de São Paulo<br />
23/08/2010</ul>
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<div><a title="Imprima a notícia"><br />
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<p>Sem opções diante da decretação        da falência da &#8220;Varig velha&#8221; (hoje Flex) na sexta-feira pela Justiça do        Rio de Janeiro, os credores da empresa podem voltar novamente seus        esforços para a Gol Linhas Aéreas &#8211; que adquiriu parte da companhia em        2007. Segundo representantes de credores, boa parte deles deve continuar a        bater na tecla, perante o Judiciário, da responsabilidade da Gol pelas        dívidas da Varig. A companhia teria adquirido praticamente a totalidade do        negócio e não apenas uma unidade produtiva isolada, como prevê a Lei de        Falências. &#8220;Se há consistência jurídica ou não, é algo a se avaliar. Mas,        com certeza, a Gol continuará a sofrer dor de cabeça com os credores da        Varig&#8221;, afirma um advogado da área que prefere não se identificar.</p>
<p>Ainda que o Supremo Tribunal        Federal (STF) tenha julgado no ano passado que não ocorre sucessão de        dívidas trabalhistas na compra de ativos de empresas em recuperação        judicial ou em processo de falência, especialistas da área afirmam que há        inúmeros pontos e possíveis irregularidades do processo de recuperação da        Flex que podem ser questionados, assim como a própria aplicação do        julgamento do STF em casos concretos. &#8220;A quebra da Varig significa que a        discussão sobre a responsabilidade da Gol vai continuar e aumentar, pois        as pessoas querem receber&#8221;, afirma outro advogado.</p>
<p>A falência da Flex foi decretada        na sexta-feira pela juíza Márcia Cunha de Carvalho, em exercício na 1ª        Vara Empresarial do Rio, e de duas outras empresas do grupo: Rio Sul        Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas. Segundo a Justiça do Rio, a        decisão foi tomada em razão de pedido do próprio administrador e gestor        judicial da companhia, que informou que as companhias em recuperação        judicial desde 2005 não teriam como quitar seus débitos. A Varig, primeira        a pedir recuperação judicial no país, saiu do procedimento em setembro do        ano passado, sem ter solucionado suas dívidas, que no início do processo        correspondiam a cerca de R$ 7 bilhões.</p>
<p>A Fundação Ruben Berta, dona de        87% dos papéis da Flex, discute com seus advogados a possibilidade de        contestar judicialmente a falência. &#8220;Foi um crime a destruição do maior        patrimônio desse país relacionado ao setor aéreo&#8221;, afirma o presidente do        conselho de curadores da entidade, Cesar Curi. Em 15 de dezembro de 2006,        a Fundação Ruben Berta foi afastada judicialmente do comando da empresa ao        tentar retirar a companhia do processo de recuperação judicial.</p>
<p>No ano passado, quando foi        decretado o fim da recuperação judicial da Flex, a Fundação Ruben Berta        poderia ter retomado o comando da empresa, mas não o fez. &#8220;Não houve        recuperação judicial&#8221;, justifica Curi. Ele afirma que a Gol, que comprou a        &#8220;parte boa&#8221; da Varig, sem dívidas, por US$ 320 milhões em março de 2007,        deveria ser responsabilizada pelo pagamento dos débitos aos credores.</p>
<p>Já o advogado de acionistas        minoritários da empresa, Fabrício Scalzilli, afirma que a falência da Flex        deveria ter sido decretada há pelo menos dois anos. De acordo com ele, a        demora da Justiça para tomar a medida elevou a dívida da companhia para        algo como R$ 10 bilhões. &#8220;Foi uma medida extremamente positiva. Agora,        serão destravados os procedimentos para a venda de bens que possibilitem o        pagamento aos credores&#8221;, afirma ele, representante de acionistas que        reúnem em torno de 10% do capital da antiga Varig.</p>
<p>Scalzilli afirma que vai        recorrer a um dispositivo da lei de recuperação judicial para tentar obter        mais recursos para os credores. Ele confirmará o período que a Justiça        fixará como termo legal da falência. O advogado diz que se trata de um        intervalo de tempo retroativo à decretação da falência, com o objetivo de        apurar atos ou negócios realizados durante a reestruturação da Flex que        podem ser anulados, caso fique comprovado prejuízos aos credores.</p>
<p>O presidente da Federação        Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), Celso Klafke, diz        que não ficou surpreso. &#8220;A falência era mais do que esperada.&#8221;</p>
<p>A empresa aérea regional Trip        Linhas Aéreas confirmou interesse em assumir a operação de rádio da Flex        de cinco aeródromos, mas que a decisão final só será anunciada até a        próxima semana. &#8220;No presente momento, a TRIP Linhas Aéreas analisa o        equilíbrio econômico e compatibilidade do negócio dentro de suas        operações, que pode ocorrer tanto com a incorporação das estações de rádio        já habilitadas, quanto por meio da solicitação de estações próprias&#8221;,        afirma em nota.</p>
<p>Procurada pelo <strong>Valor</strong>, a        Gol informou que &#8220;não tem vínculo, ligação societária ou relação de        qualquer natureza com as empresas Viação Aérea Rio-Grandense S.A. (Varig),        a Rio-Sul Linhas Aéreas S.A. ou a Nordeste Linhas Aéreas    S.A&#8221;.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 77 &#8211; Atual momento pós decretação da falência</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 00:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo, 21 de agosto de 2010.
Prezados Amigos e Clientes,
Ao longo dos últimos 03 (três) anos temos noticiados a todos de forma  objetiva e direta que a possibilidade de receber fora da decisão do STF seria  praticamente impossível, mesmo os 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos, em  decorrência da má administração da Varig nos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 21 de agosto de 2010.</p>
<p>Prezados Amigos e Clientes,</p>
<p>Ao longo dos últimos 03 (três) anos temos noticiados a todos de forma  objetiva e direta que a possibilidade de receber fora da decisão do STF seria  praticamente impossível, mesmo os 150 (cento e cinqüenta) salários mínimos, em  decorrência da má administração da Varig nos últimos anos antes do pedido de  recuperação judicial.</p>
<p>Os Ativos que Varig possuía eram de pequena monta frente a dívida sem  correção de mais de 7(sete) Bilhões Reais,</p>
<p>Assim como na Vasp, a única solução para acabar o tormento frente ao  quadro existente seria a decretação da falência (como foi no caso da Vasp),  mas  alguns preferiram deixá-la numa  UTI com a falsa promessa que a União faria um acordo.</p>
<p>A mais de 02 (dois) anos atrás eu vinha avisando que tal acordo não  se daria por causa da tentativa de colocar o Aerus junto  com as dívidas trabalhistas (o Aerus  tinha uma ação própria que ainda nem havia sido julgado em 1 instancia). Como se  comprovou ano passado, foi a teimosia de alguns em relação a situação do  Aerus que efetivamente inviabilizou o acordo.</p>
<p>Neste momento não adianta apontar culpados, mas olhar para frente e  tomarmos as medidas necessárias para que se paguem os débitos trabalhistas  quando houver  e se houver  dinheiro.</p>
<p>O pagamento quando ocorrer será num primeiro momento em referencia  aos créditos concursais, extra-concursais e os 150 (cento cinqüenta) salários  mínimos. Num segundo momento (se houver sobra do possível ganho no STF), após  pagar a União  e todos os demais  credores, será pago  o saldo  remanescente contido nas ações traabalhistas pelo Brasil a  fora.</p>
<p>Pode vir demorar muitos anos para que finalmente se iniciem os  pagamentos  referentes aos 150  (cento e cinqüenta) salários mínimos, é impossível definir um prazo para se  inciarem.</p>
<p>Não existe a menor possibilidade da sucessão, pois o Supremo  Tribunal, através  da Ação Direta de  Inconstitucionalidade 3934-2 decidiu que tanto a Varig-log como a GOL não são  responsáveis pelos passivos da Varig.</p>
<p>Na medida  em que formos  tento maior clareza da situação nós informaremos vcs.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Carlos Duque Estrada</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Procuradora vê &#8216;indícios de manipulação&#8217; em escalas da Gol</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 00:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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20/08/2010 17h36 &#8211; Atualizado em 20/08/2010 18h54


Procuradora vê &#8216;indícios de manipulação&#8217; em escalas da  Gol
Escalas de trabalho causaram atrasos em voos no começo do mês.
Em  audiência, representantes da Gol reafirmaram que empresa cumpre a  lei.



Mariana Oliveira Do G1, em São Paulo

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A procuradora do Ministério Público do Trabalho de São Paulo Laura Martins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":uf">
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<p><abbr>20/08/2010 17h36</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>20/08/2010 18h54</abbr></p>
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<h1>Procuradora vê &#8216;indícios de manipulação&#8217; em escalas da  Gol</h1>
<h2>Escalas de trabalho causaram atrasos em voos no começo do mês.<br />
Em  audiência, representantes da Gol reafirmaram que empresa cumpre a  lei.</h2>
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<p><strong>Mariana Oliveira</strong> Do G1, em São Paulo</p>
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<div><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/procuradora-ve-indicios-de-manipulacao-em-escala-da-gol.html#" title="Imprimir" target="_blank" class="liexternal">imprimir</a></div>
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<p>A procuradora do Ministério Público do Trabalho de São Paulo Laura Martins  Maia de Andrade afirmou nesta sexta-feira (20) que há “indícios de manipulação”  e possíveis irregularidades nas escalas de trabalho da companhia aérea Gol.</p>
<p>As escalas de trabalho da Gol causaram, <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/infraero-registra-atrasos-em-26-dos-voos.html" target="_blank" class="liexternal">no  começo do mês</a>, atrasos em diversos voos nos principais aeroportos do país. A  Gol alegou que um problema no novo sistema de escalas da companhia acabou  forçando os tripulantes a trabalharem a mais.</p>
<p>Por conta disso, as folgas dos funcionários prejudicados geraram uma reação  em cadeia, que culminou nos atrasos. A empresa disse que a situação foi  normalizada, mas os trabalhadores <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/estopim-de-atrasos-escala-da-gol-ainda-tem-erros-dizem-trabalhadores.html" target="_blank" class="liexternal">voltaram  a reclamar da situação nos dias seguintes</a>.</p>
<p>A procuradora conversou com jornalistas após audiência de mediação entre a  Gol e os sindicatos dos aeronautas (pilotos, co-pilotos e comissários de voos) e  dos aeroviários (as equipes de terra). Foi a segunda audiência. Na primeira, a  empresa <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/ao-mp-gol-rejeita-compromisso-de-manter-escalas-dentro-da-lei.html" target="_blank" class="liexternal">rejeitou  firmar compromisso</a> de manter as escalas de trabalho de sua tripulação dentro  das regras sob pena de multa. Nesta sexta, os sindicatos e a empresa entregaram  documentos solicitados pela procuradora.</p>
<p>Os representantes da Gol não falaram com os jornalistas nesta sexta. A  advogada da empresa Carla Andréa Coelho disse, durante a audiência, que a  empresa cumpre todas as leis trabalhistas. Em nota, a Gol informou que só se  manifestaria dia 31 de agosto. &#8220;Em audiência realizada hoje na Procuradoria  Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, a Gol apresentou a documentação  requerida pelo órgão. A companhia terá até 31 de agosto para se manifestar sobre  temas levantados pela procuradoria.&#8221;</p>
<div>
<div>A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pega as horas  excedentes. Então, se eles voam como CAT1 é como se fossem passageiros, não como  se fossem tripulação. Peguei um caso de uma pessoa que foi e voltou para Caxias  do Sul seguidamente. No total, se fosse considerar como horas de voo,  ultrapassaria a jornada. Existe um indício de manipulação&#8221;</div>
<div>Laura Martins de Andrade, procuradora do Ministério Público do  Trabalho de São Paulo</div>
</div>
<p>No começo do encontro, a empresa propôs que as negociações passassem a ser  feitas diretamente entre empresa e sindicatos, sem a intermediação da  Procuradoria do Trabalho. Os sindicatos, no entanto, rejeitaram a proposta.</p>
<p>A procuradora Laura de Andrade destacou que a companhia aérea teria maquiado,  em mais de uma situação, as horas voadas para que os tripulantes não  ultrapassassem o limite estabelecido em lei. A empresa teria, conforme ela  explicou, contado horas voadas como horas de deslocamento para assumir um  voo.</p>
<p>“A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pega (pune) as horas excedentes.  Então, se eles voam como CAT1 é como se fossem passageiros, não como se fossem  tripulação. Peguei um caso de uma pessoa que foi e voltou para Caxias do Sul  seguidamente como CAT1. No total, se fosse considerar como horas de voo,  ultrapassaria a jornada. Existem indícios de manipulação”, disse a  procuradora.</p>
<p>CAT 1 ou PX é um termo técnico para quando o tripulante anda no voo como  passageiro, a fim de assumir o trabalho em outra localidade. Essas horas são  pagas como trabalhadas, mas não são contabilizadas como horas de voo. A  regulamentação da categoria permite apenas 85 horas de voo por mês.</p>
<p>A reportagem do <strong>G1</strong> teve acesso a uma escala de trabalho de  um empregado referente ao mês de janeiro. Nos dias 14 e 15, a programação previa  voos para o funcionário. Na escala executada, esse mesmo trabalhador voou como  CAT 1 nos mesmos dias. Segundo a procuradora, essa é uma estratégia da empresa  para que funcionários não estourem o limite de horas.</p>
<div><img title="Documentação apresentada pela Gol ao Ministério Público do Trabalho" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2010/08/documentacaogol.jpg" alt="Documentação apresentada pela Gol ao Ministério Público do Trabalho" width="300" height="200" /><strong>Documentação apresentada pela Gol ao  Ministério<br />
Público do Trabalho (Foto: Mariana Oliveira / G1)</strong></div>
<p><strong>Audiência</strong><br />
A audiência no MPT terminou sem acordo, mas a  procuradora fez propostas que ainda serão analisadas pelos dois lados. A empresa  e os sindicatos terão até o dia 31 de agosto para apresentar contrapropostas e  analisar a documentação referente ao processo. Somente a Gol, entregou várias  pilhas de documentação.</p>
<p>Na proposta feita pela procuradora aos sindicatos e à Gol estão: elaboração  das escalas de voos como indicação do total de horas trabalhadas, estipulando  horas noturnas e horas especiais; obrigação de intervalo de 12 horas entre as  jornadas; não escalar o mesmo tripulante para madrugadas seguidas mesmo se ele  estiver fora da base domiciliar; modificar o sistema de escala  &#8216;crew line&#8217;  (novo sistema, que teria causado transtornos no começo do mês) para que o  trabalhador possa não aceitar as alterações; terceirização total da limpeza das  aeronaves (comissários reclamam que são obrigados a limpar, o que, para a  procuradora, é desvio de função); aumento de funcionários em um ou dois  tripulantes quando a companhia efetuar vendas dentro dos voos.</p>
<p>“É muito documento. Vou analisar. Já sei muito do que tem aí, mas vou  analisar os contrapontos e acredito em um acordo sem a necessidade de ajuizar  uma ação”, disse Laura Andrade.</p>
<p>A procuradora também afirmou que a Gol precisa “humanizar as escalas”. “Tem  irregularidades. [A escala] extrapola as horas de voo e, principalmente, a  grande questão é que eles estão muito cansados. O &#8216;crew line&#8217; é uma máquina e  não considera a possiblidade descanso. A escala não é humanizada. Existe algo  maior que a regulamentação, que é a Constituição Federal, que protege a saúde do  trabalhador”, afirmou. Segundo ela, a regulamentação da categoria deveria ser  revista no ponto em que não proíbe o trabalho por madrugadas seguidas quando o  funcionário está fora de sua base  domiciliar.</p>
</div>
</div>
<p></span></div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Anac libera uso de celulares em Airbus da TAM</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 23:59:32 +0000</pubDate>
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Em São Paulo,20 de agosto de 2010



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou hoje que liberou o uso  de telefones celulares nos aviões Airbus da companhia aérea TAM. As aeronaves  passaram por testes que demonstraram não causar interferência nos equipamentos o  uso dos telefones por passageiros.
Segundo a Anac, a tecnologia capaz [...]]]></description>
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<div><a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/" target="_blank" class="liimagelink"><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a91ea34bdabab6&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Em São Paulo,20 de agosto de 2010</p>
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<p>A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou hoje que liberou o uso  de telefones celulares nos aviões Airbus da companhia aérea TAM. As aeronaves  passaram por testes que demonstraram não causar interferência nos equipamentos o  uso dos telefones por passageiros.</p>
<p>Segundo a Anac, a tecnologia capaz de validar o uso dos celulares é nova e a  TAM foi a única empresa que requisitou a liberação dos aparelhos em voos. A  permissão foi concedida com base em testes da Easa (autoridade de certificação  europeia) e em outros testes definidos e executados pela Anac.</p>
<p>Segundo nota da Anac, &#8220;os principais ensaios realizados neste caso são o de  interferência eletromagnética (com objetivo de verificar se sistemas essenciais  da aeronave são suscetíveis) e modos de falha do sistema (simula-se falhas para  verificar se o resultado está coerente com as análises técnicas apresentadas)&#8221;.</p>
<p>Nas aeronaves antigas continua proibido o uso dos aparelhos durante o  voo.</p>
<p></span></p>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 76 &#8211; G1 &#8211; Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da antiga Varig</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 21:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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20/08/2010 15h01 &#8211; Atualizado em 20/08/2010 15h26


Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da antiga  Varig
Gestores fizeram pedido alegando falta de condições para pagar  dívidas.
Falência de mais duas empresas do grupo foi  decretada.



Do G1, em São  Paulo






saiba mais

Conheça    mais sobre a história da Varig


A Justiça do Rio de [...]]]></description>
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<p><abbr>20/08/2010 15h01</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>20/08/2010 15h26</abbr></p>
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<h1>Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da antiga  Varig</h1>
<h2>Gestores fizeram pedido alegando falta de condições para pagar  dívidas.<br />
Falência de mais duas empresas do grupo foi  decretada.</h2>
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<p>Do G1, em São  Paulo</p>
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<div><a title="Imprimir" href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/justica-do-rio-de-janeiro-decreta-falencia-da-antiga-varig.html#" target="_blank"><br />
</a></div>
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<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL15310-9356,00-CONHECA+MAIS+SOBRE+A+HISTORIA+DA+VARIG.html" target="_blank" class="liexternal">Conheça    mais sobre a história da Varig</a></li>
</ul>
</div>
<p>A Justiça do Rio de Janeiro decretou falência da antiga Varig, que atualmente  operava com a bandeira Flex, além de mais duas empresas do grupo, a Rio Sul  Linhas Aéreas e a Nordeste Linhas Aéreas. O comunicado foi feito nesta  sexta-feira (20) pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).</p>
<p>Segundo o tribunal, o pedido foi feito pelo próprio administrador e gestor  judicial do grupo, Licks Contadores Associados, que alegou que as empresas não  têm como pagar suas dívidas.</p>
<p>O grupo Varig, com dívidas estimadas em R$ 7 bilhões, foi o primeiro do país  a pedir a recuperação judicial, em 17 de junho de 2005, quatro meses depois da  promulgação da nova Lei de Falências.</p>
<p>A juíza Márcia Cunha de Carvalho, da 1ª Vara Empresarial do Rio, definiu que,  para não causar a interrupção do tráfego aéreo e a desvalorização dos ativos, a  antiga Varig continuará operando os serviços de comunicação por meio de estações  de rádio que orientam os pilotos nas decolagens e pousos por duas semanas. Após  esse prazo, as operações serão transferidas para a empresa de aviação TRIP.</p>
<p>De acordo com informações da assessoria de imprensa do TJ-RJ, o Centro  Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II) foi  consultado pela Justiça a respeito da possibilidade de assumir a atividade. No  entanto, o órgão disse que não teria condições de realizar a tarefa.</p>
<p><strong>Centro de treinamento<br />
</strong></p>
<p>O centro de treinamento de aeronautas, que é utilizado também por outras  companhias, será mantido em funcionamento até a sua alienação judicial. Segundo  a juíza Márcia Cunha, o objetivo  da medida é evitar que haja  desvalorização dos ativos ou prejuízos a terceiros e ao público consumidor de  transporte aéreo.</p>
<p>Os outros estabelecimentos da antiga Varig que não estiverem envolvidos no  funcionamento das estações de rádio e do centro de treinamento serão lacrados em  48 horas, de acordo com a decisão.</p>
<p><strong>Credores<br />
</strong></p>
<p>A juíza fixou ainda prazo de 15 dias para que os credores que não estejam  incluídos no quadro da recuperação judicial apresentem suas habilitações de  crédito. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Bovespa serão comunicadas  sobre o decreto de falência.</p>
<p>Segundo o TJ-RJ, a companhia tinha esperança de sobrevivência na ação que  cobrava da União cerca de R$ 4 bilhões por perdas com o congelamento de tarifas  nos anos 80 e 90. A empresa ganhou a questão no Superior Tribunal de Justiça  (STJ), mas a disputa judicial seguiu para o Supremo Tribunal Federal, onde ainda  será julgada.</p>
<p>O <strong>G1</strong> procurou o administrador e gestor judicial da empresa,  Jaime Alexandre Licks, perto das 15h, mas ainda não conseguiu  contato.</p>
</div>
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<p></span></div>
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		<title>TAM anuncia fusão com chilena LAN e saída da bolsa</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 00:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[TAM]]></category>

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13/08/2010 &#8211; 17h09 
TAM anuncia fusão com chilena LAN e saída da Bolsa

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DE SÃO PAULO

Atualizado às 17h50.
A TAM, maior companhia aérea do Brasil, anunciou nesta sexta-feira que  assinou memorando de entendimentos para se unir à chilena LAN, dando origem a um  grupo batizado de Latam Airlines.
&#8220;O grupo formado por meio da operacão oferecerá [...]]]></description>
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<div><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Times New Roman;">13/08/2010 &#8211; 17h09 </span></p>
<h1>TAM anuncia fusão com chilena LAN e saída da Bolsa</h1>
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<p>Publicidade</p>
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<p>DE SÃO PAULO</p>
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<p>Atualizado às <strong>17h50</strong>.</p>
<p>A TAM, maior companhia aérea do Brasil, anunciou nesta sexta-feira que  assinou memorando de entendimentos para se unir à chilena LAN, dando origem a um  grupo batizado de Latam Airlines.</p>
<p>&#8220;O grupo formado por meio da operacão oferecerá serviços de transporte aéreo  de passageiros para mais de 115 destinos em 23 países e serviços de transporte  aéreo de carga para toda a America Latina e para o mundo, contando com mais de  40 mil funcionários&#8221;, afirmou a TAM em nota enviada à CVM (Comissão de Valores  Mobiliários) hoje.</p>
<ul>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782738-acoes-da-tam-disparam-27-na-bovespa-apos-vazamento-de-fusao.shtml" title="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782738-acoes-da-tam-disparam-27-na-bovespa-apos-vazamento-de-fusao.shtml CTRL + Click to follow link" target="_blank" class="liexternal">Ações    da TAM disparam 27% na Bovespa após vazamento de fusão</a></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782735-chilena-lan-airlines-possui-86-aeronaves-e-atende-mais-de-70-destinos.shtml" title="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782735-chilena-lan-airlines-possui-86-aeronaves-e-atende-mais-de-70-destinos.shtml CTRL + Click to follow link" target="_blank" class="liexternal">Chilena    LAN Airlines possui 86 aeronaves e atende mais de 70 destinos</a></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782558-empresas-brasileiras-recuam-em-lista-de-aereas-mais-lucrativas.shtml" title="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/782558-empresas-brasileiras-recuam-em-lista-de-aereas-mais-lucrativas.shtml CTRL + Click to follow link" target="_blank" class="liexternal">Empresas    brasileiras recuam em lista de aéreas mais lucrativas</a></li>
</ul>
<p>O acordo estabelece que a TAM fará uma oferta pública de permuta para fechar  capital. Por meio da OPA, os atuais acionistas da TAM receberão, no final do  processo, 0,9 ação da LAN por cada uma que detém da TAM. A empresa brasileira  deixará de ser listada nas Bolsas de Valores de São Paulo e Nova York.</p>
<p>A LAN, enquanto isso, continuará a ter papéis negociados nas Bolsas de  Santiago e de Nova York, e também BDRs (Brazilian Depositary Receipts) na  Bovespa.</p>
<p>As ações da TAM subiram 27,64% nesta sexta-feira na Bovespa, atingindo R$  36,20.</p>
<p>De acordo com o comunicado da empresa, a relação de troca das ações da TAM  por ações em forma de BDRs da LAN será igual para o acionista controlador da TAM  e para os outros acionistas que não fazem parte do grupo de controle, &#8220;de forma  a garantir o tratamento igualitário dos acionistas.&#8221;</p>
<p>A LAN terá sua denominação social alterada para LATAM Airlines Group S.A.,  mas as empresas afirmam que as marcas TAM e LAN Airlinas serão mantidas, uma vez  que cada companhia continuará a atuar com sua respectiva marca.</p>
<p>A administração da LATAM será feita de forma compartilhada. Mauricio Rolim  Amaro, hoje vice-presidente do Conselho de Admnistração da TAM, será presidente  do Conselho da nova companhia. Enrique Cueto, vice-presidente da LAN, será o CEO  (chefe-executivo) e vice-presidente executivo da LATAM.</p>
<p>Ontem, a companhia aérea anunciou prejuízo líquido de R$ 154,1 milhões no  segundo trimestre, o que se compara ao ganho de R$ 555,1 milhões um ano antes.</p>
<p>O Ebitdar (geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos,  depreciação, amortização e aluguel de aeronaves, na sigla em inglês) somou R$  289,2 milhões de abril a junho, avanço de 75,6% na comparação anual.</p>
<p></span></div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Em audiência, Gol e sindicatos não chegam a acordo sobre reclamações   trabalhistas</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/09/em-audiencia-gol-e-sindicatos-nao-chegam-a-acordo-sobre-reclamacoes-trabalhistas/</link>
		<comments>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/09/em-audiencia-gol-e-sindicatos-nao-chegam-a-acordo-sobre-reclamacoes-trabalhistas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[09/08/2010 &#8211; 16h54 /  Atualizada 09/08/2010 &#8211; 20h00 
Em audiência, Gol e sindicatos não chegam a acordo sobre reclamações  trabalhistas
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Representantes da companhia aérea Gol, do Sindicato Nacional  dos Aeronatuas e do Sindicato Nacional dos Aeroviários se reuniram na tarde  desta segunda-feira (9) no Ministério Público do Trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri;"><em><span style="font-family: Times New Roman;">09/08/2010 &#8211; 16h54 /  Atualizada 09/08/2010 &#8211; 20h00 </span></em></p>
<h1>Em audiência, Gol e sindicatos não chegam a acordo sobre reclamações  trabalhistas</h1>
<p>Do UOL Notícias<br />
Em São Paulo</p>
<div>
<div>Representantes da companhia aérea Gol, do Sindicato Nacional  dos Aeronatuas e do Sindicato Nacional dos Aeroviários se reuniram na tarde  desta segunda-feira (9) no Ministério Público do Trabalho (MPT), em audiência  convocada pela procuradora Laura Martins Maia de Andrade, informou a assessoria  de imprensa do órgão.</div>
</div>
<p>A reunião foi convocada após as denúncias feitas por tripulantes de que a  empresa não respeita a lei do aeronauta, ao obrigar os funcionários a trabalhar  mais do que o permitido. Os trabalhadores também afirmam estar insatisfeitos com  os salários e as condições de trabalho oferecidas pela companhia.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho propôs à empresa que assumisse o compromisso  de manter rigorosamente as escalas dos profissionais do setor aéreo dentro da  convenção coletiva da categoria &#8211;com proposta de multa de R$ 100 mil por dia em  caso de descumprimento. <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/780237-em-reuniao-com-a-procuradoria-gol-rejeita-acordo-sobre-escalas-de-tripulacao.shtml" target="_blank" class="liexternal">A  Gol alegou não ser possível assumir o compromisso por enquanto</a>.</p>
<p>Em nota enviada ao<strong> UOL Notícias</strong>, a  companhia aérea informa que &#8220;não aceitou firmar um compromisso que  estabelecia uma multa não existente na regulamentação do setor, mas que  independentemente disso, continuará a respeitar integralmente, por ser obrigação  de qualquer empresa, todas as leis trabalhistas e todos os itens que  regulamentam a atuação da categoria&#8221;.</p>
<p>A empresa diz ainda que &#8220;reafirmou que cumpre toda a legislação trabalhista  em vigor e o sistema de escalas estabelecido na regulamentação da categoria&#8221; e  que &#8220;assumiu o compromisso de continuar respeitando essas obrigações e de  apresentar, no dia 20 de agosto, toda a documentação que comprove que vem  fazendo isso&#8221;.</p>
<p>Segundo a assessoria do MPT, hoje a procuradoria ouviu as posições de ambas  as partes, mas não houve conciliação. Uma nova audiência foi convocada para o  dia 20 de agosto, na qual os sindicatos e a Gol apresentarão documentos e provas  para respaldar as afirmações feitas.</p>
<p>Apesar de não chegarem a um acordo, os tripulantes não deverão entrar em  greve no dia 13, já que, após uma reunião no Sindicato Nacional dos Aeronautas  (SNA) na última quinta-feira (5), a categoria decidiu organizar uma assembleia  na data em que a paralisação havia sido convocada. Além de reivindicar uma  escala “mais humana”, os trabalhadores exigem aumento salarial de 25% para  toda a categoria, planos de saúde e previdência privada, além da implementação  de um plano de carreira para todos os funcionários.</p>
<p><strong>Caos aéreo</strong><br />
Na semana passada, um alto índice de atrasos e  cancelamentos em voos da Gol prejudicou o funcionamento dos aeroportos e  atrapalhou a vida dos passageiros em todo o país. O novo caos aéreo foi causado  por conta de mudanças no formato da escala de trabalho dos funcionários.</p>
<div>
<div>
<h3>Sindicatos do setor aéreo minimizam possibilidade de paralisação</h3>
<p>Os sindicatos que defendem os trabalhadores do setor aéreo minimizaram nesta  segunda-feira a possibilidade de paralisação da categoria na próxima sexta (13).  As declarações foram feitas antes da audiência de mediação com a companhia aérea  Gol convocada pelo Ministério Público do Trabalho.</p>
<ul>
<li><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a595b7181d61eb&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw" border="0" alt="" /><a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/780160-sindicatos-do-setor-aereo-minimizam-possibilidade-de-paralisacao.shtml" target="_blank" class="liexternal">Leia    a notícia completa</a></li>
<li><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a595b7181d61eb&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;zw" border="0" alt="" /><a href="http://noticias.uol.com.br/" target="_blank" class="liexternal">Mais em UOL  Notícias</a></li>
</ul>
</div>
</div>
<p>No início de julho, a Gol resolveu adotar um modelo eletrônico de escala, em  substituição ao modelo manual. O programa que planeja as escalas, no entanto,  apresentou falhas que culminaram no planejamento inadequado da malha aérea e da  jornada de trabalho dos tripulantes. Como conseqüência, vários funcionários já  haviam completado a jornada máxima de trabalho permitida antes de o mês  acabar.</p>
<p>No final do mês passado, após se reunir com o SNA, a Gol aceitou  reformular as escalas para impedir que os tripulantes continuassem trabalhando  mais do que o permitido. Com menos mão-de-obra, a Gol não conseguiu dar conta de  todos os voos que estavam programados, o que acabou resultando no caos sentido  por passageiros em vários aeroportos do Brasil.</p>
<p>Contudo, segundo  tripulantes da companhia, há muito tempo os funcionários estão sendo submetidos  a condições de trabalhos inadequadas, em desacordo com a legislação trabalhista  que regulamenta a categoria.</p>
<p>“O sistema novo não computa algumas  variáveis presentes na legislação brasileira. Ele não considera os atrasos e os  cancelamentos de voos, nem fechamento de aeroportos por conta do mau tempo, por  exemplo”, diz uma chefe de cabine de 30 anos, que trabalha na Gol há sete e  preferiu não se identificar com medo de sofrer retaliações pela  empresa.</p>
<p>“Essa falha gerou um ‘efeito dominó&#8242;, que refletiu em toda malha  aeroviária. Os tripulantes que já haviam trabalhado mais do que o permitido  tiveram que parar. Aí começou o assédio moral e as ameaças da empresa para  obrigar os funcionários a trabalhar e a desrespeitar a legislação”,  afirma.</p>
<p>Além disso, a chefe de cabine afirma que a categoria sofreu uma  defasagem salarial de 50% nos últimos 10 anos, o que está fazendo com que muitas  pessoas desistam da função. “No início da década um tripulante da Varig recebia  R$ 40 por hora de voo, em média. Hoje é de R$ 22. Nossa função é estressante.  Tripulante fica cinco, seis dias fora de casa, trabalha dia e noite, não pode  frequentar nenhuma atividade fixa, vive por escala”, diz.</p>
<p>Por conta do  problema, um copiloto de 31 anos baseado em São Paulo, funcionário da Gol desde  2005, disse que ele mesmo e vários colegas já pegaram no sono durante viagens.  “Eu já dormi algumas vezes em voo. Estamos bem sobrecarregados mesmo, e está  complicado de manter a cabeça no que estamos fazendo. Precisamos de  tranquilidade e de uma jornada decente, mas o que acontece é que somos  explorados ao máximo”, disse o tripulante, que preferiu não se identificar para  não sofrer retaliações da empresa.</p>
<p>Um outro copiloto que também não quis  se identificar afirmou que quando não há uma jornada de trabalho regular não é  “incomum piloto e copilotos dormirem em pleno voo”. “Pedimos para o chefe de  cabine ir de meia em meia hora checar se há alguém acordado. É um risco enorme,  e tudo isso foi muito agravado em julho”, diz o funcionário, de 30 anos, há  quatro na Gol.</p>
<p><strong>Brechas na lei trabalhista</strong><br />
De acordo  com a Lei do Aeronauta (Lei 7.183/84), por questões de segurança operacional, um  tripulante de avião a jato não pode exceder 85 horas de voo por mês, 230 horas  por trimestre e 850 horas por ano. O texto também impede que a tripulação que  cumpriu três horas de jornada entre 23h e 6h viaje na madrugada do dia  seguinte.</p>
<p>Há três brechas na lei, segundo aeronautas entrevistados pela  reportagem. Para Carlos Camacho, algumas empresas aproveitam uma falha no texto  da regulamentação da categoria e obrigam os tripulantes a trabalhar durante  várias madrugadas seguidas.</p>
<p>“As empresas se apropriaram de uma falha na  regulamentação que permite uma interpretação segundo a qual só não podem ser  escalados na madrugada seguinte os tripulantes que voltaram à sua base. O  problema é que muitas vezes os trabalhadores viajam de madrugada, mas não voltam  para sua base, vão para outras cidades”, diz. “Mas o que está em questão é a  condição física do ser humano, e não a cidade para onde o tripulante vai”,  afirma.</p>
<p>O copiloto de 30 anos que falou com a reportagem disse as  empresas encontraram um outro “buraco” na lei. “Se o tripulante chegar na base  entre 23h e 6h, não pode ser acionado para voar na noite seguinte. Mas se ele  decolar 22h e pousar 6h05, por exemplo, as empresas dizem que não há problema  nenhum e esfregam a lei na nossa cara. A regra foi mal escrita”, diz o  tripulante.<br />
<strong><br />
“Buracos negros”</strong><br />
Uma outra chefe de  cabine, que possui 31 anos e está há seis na Gol, afirma que além do excesso de  trabalho, os tripulantes estão sujeitos a riscos decorrentes da falta de  infraestrutura adequada no espaço aéreo brasileiro.</p>
<p>“Existem ‘buracos  negros’ no Norte e Nordeste do país, nos quais não há comunicação entre piloto e  torre”, diz. “Uma vez, saindo de Fortaleza para Natal, desviamos de um tucano  (aeronave de pequeno porte) a um pouco mais de 100 metros. Uma amiga que  tripulava no dia 1º de agosto num voo do Recife para Campinas contou que a  aeronave quase colidiu com um avião cargueiro, que teve que arremeter o pouso  para não ter colisão. Infelizmente só dão importância para isso quando aconteceu  um acidente”, conta.</p>
<p><strong>Outro lado</strong><br />
Por meio da sua  assessoria de imprensa, a Gol negou que desrespeita a legislação trabalhista e  obriga os funcionários a trabalhar mais. A companhia disse que os problemas com  atrasos e cancelamentos foram causados justamente porque o limite de horas  trabalhadas pelos tripulantes foi respeitado. A Gol afirmou ainda que o problema  com a escala foi resolvido.</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estopim de atrasos, escala da Gol ainda tem erros, dizem trabalhadores (matéria do G1 de 5.8.2010)</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/05/estopim-de-atrasos-escala-da-gol-ainda-tem-erros-dizem-trabalhadores-materia-do-g1-de-5-8-2010/</link>
		<comments>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/05/estopim-de-atrasos-escala-da-gol-ainda-tem-erros-dizem-trabalhadores-materia-do-g1-de-5-8-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 23:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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05/08/2010 19h00 &#8211; Atualizado em 05/08/2010 20h05


Estopim de atrasos, escala da Gol ainda tem erros, dizem  trabalhadores
Fabricante do software diz não ter encontrado problemas no sistema da  Gol.
Em nota, empresa afirmou que &#8216;já superou&#8217; problemas com escala de  trabalho.



Mariana Oliveira Do G1, em São Paulo




Estopim dos atrasos e cancelamentos dos voos da [...]]]></description>
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<p><abbr>05/08/2010 19h00</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>05/08/2010 20h05</abbr></p>
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<h1>Estopim de atrasos, escala da Gol ainda tem erros, dizem  trabalhadores</h1>
<h2>Fabricante do software diz não ter encontrado problemas no sistema da  Gol.<br />
Em nota, empresa afirmou que &#8216;já superou&#8217; problemas com escala de  trabalho.</h2>
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<p><strong>Mariana Oliveira</strong> Do G1, em São Paulo</p>
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<p>Estopim dos atrasos e cancelamentos dos voos da Gol desde o fim de semana  passado, o sistema de escalas de trabalho implantado pela empresa continua  apresentando erros e impondo uma carga excessiva aos trabalhadores, de acordo  com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) e funcionários ouvidos pelo  <strong>G1</strong>.</p>
<p>Na avaliação dos trabalhadores, caso não haja mudanças no sistema, uma nova  onda de atrasos e cancelamentos pode ocorrer no fim deste mês, uma vez que  muitos tripulantes podem voltar estourar o limite de horas mensais  trabalhadas.</p>
<p>O SNA diz que já recebeu denúncias de que a situação não melhorou.</p>
<p>Desde o fim de semana, a Gol apresenta problemas  com cancelamentos e atrasos. Na segunda, mais da metade dos voos atrasou. No  decorrer da semana, a situação se normalizou. A empresa atribuiu a situação a um  erro durante o &#8220;upgrade&#8221; no sofware que produz as escalas. Por conta do erro,  tripulantes atingiram o limite de horas previsto em lei e foram impossibilitados  de trabalhar, &#8220;gerando um efeito em cadeia&#8221;. Na quarta (4), a Gol divulgou em  nota que <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/infraero-registra-atrasos-em-26-dos-voos.html" target="_blank" class="liexternal">&#8220;já  superou as dificuldades com os ajustes na escala&#8221;</a>.</p>
<p>Na terça-feira (5), a Agência Nacional de Aviação  Civil (Anac) informou que o Plano de Ação da Gol <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/gol-usara-aeronaves-de-fretamento-para-regularizar-voos-informa-anac.html" target="_blank" class="liexternal">previa  a ativação da escala de agosto nos mesmos de junho</a>. Na quarta, a agência  anunciou que multaria a empresa por conta dos atrasos e cancelamentos; o <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/anac-calcula-multar-gol-em-r-2-mi-e-proibe-novos-fretamentos.html" target="_blank" class="liexternal">valor  inicial apurado foi de R$ 2 milhões</a>.</p>
<p>Apesar de a Gol afirmar que foi um &#8220;upgrade&#8221; no sistema que causou o  desequilíbrio na escala, o Sindicato Nacional dos Aeronautas disse que, na  verdade, a causa foi a implantação do novo sistema, o mesmo utilizado pela aérea  alemã Lufthansa, em julho.</p>
<p>Em nota divulgada nesta quinta-feira (5), a Lufthansa informou que a  fabricante do software, NetLine/Crew, não encontrou nenhum problema técnico no  sistema da Gol.</p>
<p>&#8220;A Lufthansa System está constantemente verificando o desempenho do sistema e  não encontrou nenhuma indicação de avarias técnicas ou funcionais nos últimos  dias e semanas, que poderiam conduzir a problemas operacionais, nem tão pouco  qualquer dessas questões foram relatadas pela Gol&#8221;, diz a nota. De acordo com a  companhia alemã, mais de 40 companhias do mundo usam o sistema. A nota afirma  ainda que o sistema foi configurado conforme as exigências da Gol.</p>
<p>De acordo com os trabalhadores, trata-se de um sistema digital, no qual cada  tripulante obtém os dados de sua escala. Esse sistema permite que você veja a  escala dos próximos 30 dias. Ou seja, não é possível ver datas passadas, o que  dificulta o controle por parte do aeronauta de horas voadas. Por ser online,  também não se não sabe o que foi alterado, a não ser que faça o acompanhamento  constante.</p>
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<div>A escala é eternamente conflitante. (&#8230;) É o ‘calcanhar de  Aquiles’ dos pilotos. Todo mundo reclama. Mas dessa vez, foi mal implementada.  Se não mudarem, vai afetar tudo de novo. E isso mostra que falta gente para  trabalhar. E por isso eles querem tentar o máximo de cada piloto&#8221;"</div>
<div>Piloto da Gol, que preferiu não se identificar</div>
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<p>O novo sistema de escala, na avaliação de trabalhadores e especialistas,  proporciona o excesso de trabalho porque, sendo totalmente automatizado, tem  como intuito o melhor aproveitamento da tripulação. O sistema não deixa margem,  porém, para eventuais horas em excesso decorrentes de tráfego aéreo, por  exemplo.</p>
<p>Até junho, a escala era feitas por pessoas e já tinha essa margem, dizem os  trabalhadores. A reportagem procurou a Gol para saber se novas mudanças ainda  serão implantadas e aguarda resposta.</p>
<p>Um piloto da Gol, que não quis se identificar, afirmou ao <strong>G1</strong> que a nova escala tenta &#8220;otimizar ao máximo&#8221; o uso dos pilotos e que continua  nos mesmos moldes que a de julho. Em julho, o problema estourou no fim do mês,  conforme os trabalhadores, porque muitos atingiram o limite de 85 horas e  precisaram parar de voar. A empresa disse que a força de trabalho foi reduzida  no começo de agosto para regularizar a situação já neste mês.</p>
<p>&#8220;Em julho eu cheguei a 84 horas. Muitos estouraram e ninguém quis mais voar e  a empresa não tinha o que fazer. A de agosto está do mesmo jeito e já está  publicada, saiu do mês inteiro. (&#8230;) A gente nunca voou tanto. Achamos que vai  dar problema de novo no fim do mês porque continua tudo igual e o que está  faltando é pessoal. No final de setembro (fim do trimestre) vai ser um caos e  todo mundo vai estourar [o limite de horas].&#8221;</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/anac-avalia-520-reclamacoes-trabalhistas-contra-empresas-aereas.html" target="_blank" class="liexternal">-    Anac avalia 520 reclamações trabalhistas contra empresas aéreas</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/numero-de-queixas-em-juizados-especiais-de-aeroportos-chega-84.html" target="_blank" class="liexternal">-    Número de queixas em juizados especiais de aeroportos chega a 84</a></li>
</ul>
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<p>A análise do piloto faz referência à Lei do  Aeronauta, <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7183.htm" target="_blank" class="liexternal">lei 7183/84</a>, que prevê 85 horas mensais de voo por mês e 230  por semestre. Isso significa que, na prática, os tripulantes deveriam cumprir em  média 76 horas por mês para não estourar no trimestre.</p>
<p>O piloto também ressaltou que há muitas reclamações sobre o fato de não se  poder consultar as datas anteriores da escala. &#8220;Prejudica porque você não tem  controle. Posso ter voado 88 horas e a companhia coloca 84. Se eu não imprimi o  que passou, não tenho como contestar. Eu anoto todos os voos, mas é uma marcação  informal. O sistema favorece a manipulação&#8221;</p>
<p>&#8220;A escala é eternamente conflitante. (&#8230;) É o ‘calcanhar de Aquiles’ dos  pilotos. Todo mundo reclama. Mas dessa vez, foi mal implementada. Se não  mudarem, vai afetar tudo de novo. E isso mostra que falta gente para trabalhar.  E por isso eles querem tentar o máximo de cada piloto.&#8221;</p>
<div><img title="Aviões da Gol" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2010/08/golae300.jpg" alt="Aviões da Gol" width="300" height="400" /><strong>Escalas de trabalho causaram atrasos e<br />
cancelamentos de  voo (Foto: Agência Estado)</strong></div>
<p>O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Gelson  Fochesato, que também é piloto da Gol, também afirma que o sistema continua  igual e também aponta a impossibilidade do controle. &#8220;Hoje eu não sei o que fiz  ontem. Se não imprimir a primeira escala, não tem como saber.&#8221;</p>
<p>Um comissário de bordo que também preferiu não se identificar critica o mesmo  ponto. &#8220;A gente trabalha com aviação, nem sempre tem uma impressora perto. Não  tem como gravar. E a escala modifica sua vida. Não tem como comprovar que foi  alterado, é tudo digital.&#8221;</p>
<p>Ele também citou o excesso de trabalho por conta do novo sistema. &#8220;Além de o  sistema estar descumprindo a regulamentação e a gente estar voando a mais do que  o limite, a empresa desrespeita o funcionário, liga para ir trabalhar na folga.  Está todo mundo muito desgastado&#8221;, disse o comissário. &#8220;A empresa já falou que  vai manter a escala como está, não mudou e nem melhorou nada. Só piorou porque  os passageiros tratam a gente mal como se a culpa dos atrasos fosse nossa.&#8221;</p>
<p><strong>Problema histório</strong><br />
O brigadeiro Adyr da Silva, que  presidiu a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) entre  1995 e 1998, afirmou ao <strong>G1</strong> que as escalas são um problema  histórico para as companhias aéreas. &#8220;A escala é o ponto mais complicado das  empresas e onde mexe com mais gente com capacidade de reagir bem, que são os  comandantes e co-pilotos&#8221;, destaca.</p>
<div>
<div>Essa crise na Gol escandalizou porque a aviação civil está  fragilizada. Eles resolveram modernizar a escala e em uma migração sempre dá  rolo. Mas é um problema pontual. Em alguns dias, estará tudo em ordem. (&#8230;) O  sistema de aviação civil no Brasil precisa de renovação para se igualar ao que  tiver de bom e eficiente&#8221;</div>
<div>Brigadeiro Adyr da Silva, que presidiu a Infraero</div>
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<p>Para ele, no entanto, as críticas dos trabalhadores das companhias aéreas em  relação às escalas são &#8220;choro&#8221;. &#8220;Não passa de choro. Foi um problema grave nas  empresas que quebraram, Vasp, Transbrasil e Antiga Varig. Mas isso não tem  relação com a má situação da aviação civil. O problema é a gestão. Falta  experiência aos representantes da aviação civil&#8221;, destacou.</p>
<p>Silva, que também preside a Sociedade Brasileira de Direito Aeroespacial  (SBDA), destaca que todas as companhias ainda estão desatualizadas em relação à  tecnologia.</p>
<p>&#8220;Essa crise na Gol escandalizou porque a aviação civil está fragilizada. Eles  resolveram modernizar a escala e em uma migração sempre dá rolo. Mas é um  problema pontual. Em alguns dias, estará tudo em ordem. (&#8230;) O sistema de  aviação civil no Brasil precisa de renovação para se igualar ao que tiver de bom  e eficiente no mundo.&#8221;</p>
<p><strong>&#8216;Dentro da lei&#8217;</strong><br />
O advogado Duque Estrada, especializado  em Direito Aeronáutico, afirmou ao <strong>G1</strong> que, embora objeto de  reclamações, as escalas não causam processos trabalhistas. &#8220;Os aeronautas estão  sobrecarregados, a escala é pesada, mas não é objeto de ação porque a companhia  age dentro da lei. O que está desgastando todo mundo não é ilegal.&#8221;</p>
<p>O também advogado da área, Ricardo Jubilut, que já foi piloto, afirmou que as  escalas estão apertadas porque faltam profissionais no mercado. Para ele, &#8220;vai  faltar piloto daqui uns dois anos&#8221;. &#8220;Não há formação de novos pilotos. Já há  guerra entre as empresas aéreas pelos profissionais. As companhias não  acompanham o ritmo de crescimento e a formação de um piloto é muito cara. (&#8230;)  Enquanto se discute a construção de aeroportos, eu acredito que vai haver um  apagão de mão de obra na aviação se não forem feitos  investimentos.&#8221;</p>
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		<title>Após reunião com sindicato, tripulantes da Gol trocam greve do dia 13 por   assembléia</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 23:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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08/2010 &#8211; 18h13 
Após reunião com sindicato, tripulantes da Gol trocam greve do dia 13 por  assembleia
Guilherme Balza
Do UOL Notícias
Em São  Paulo



Presidente    da Anac, Solange Vieira faz fiscalização na empresa Gol no Aeroporto Tom Jobim    



Tripulantes da companhia aérea Gol se reuniram na tarde desta quinta-feira  [...]]]></description>
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<div><span style="font-family: Calibri;"><em><span style="font-family: Times New Roman;">08/2010 &#8211; 18h13 </span></em></p>
<h1>Após reunião com sindicato, tripulantes da Gol trocam greve do dia 13 por  assembleia</h1>
<p>Guilherme Balza<br />
Do UOL Notícias<br />
Em São  Paulo</p>
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<li><a href="http://noticias.uol.com.br/album/100805_album.jhtm?abrefoto=23" target="_blank" class="liimagelink"><img style="border: 0pt none;" title="http://noticias.uol.com.br/album/100805_album.jhtm?abrefoto=23 CTRL + Click to follow link" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2010/08/a-presidente-da-anac-solange-vieira-com-o-braco-esticado-faz-fiscalizacao-na-empresa-gol-no-aeroporto-internacional-antonio-carlos-jobim-1281027666276_615x300.jpg" border="0" alt="Presidente da Anac, Solange Vieira faz fiscalização na empresa Gol no Aeroporto Tom Jobim" width="550" height="280" /></a><a href="http://noticias.uol.com.br/album/100805_album.jhtm?abrefoto=23" title="http://noticias.uol.com.br/album/100805_album.jhtm?abrefoto=23 CTRL + Click to follow link" target="_blank" class="liimagelink">Presidente    da Anac, Solange Vieira faz fiscalização na empresa Gol no Aeroporto Tom Jobim    <img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a44754f9de5c0a&amp;attid=0.2&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" /></a></li>
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<p>Tripulantes da companhia aérea Gol se reuniram na tarde desta quinta-feira  (5) com representantes do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), em São Paulo,  para tratar das insatisfações dos trabalhadores com a empresa. No encontro, os  funcionários decidiram trocar a greve que havia sido anunciada para o dia 13 de  agosto por uma assembleia da categoria, segundo Carlos Camacho, diretor do  SNA.</p>
<p>A paralisação foi convocada por tripulantes anônimos em um <a href="http://copilotosgol.blogspot.com/" target="_blank" class="liexternal">blog</a> criado por  funcionários insatisfeitos com o novo modelo de escala de trabalho implementado  pela Gol.</p>
<p>Na convocatória para a paralisação, além de reivindicar uma escala “mais  humana”, os trabalhadores exigiam aumento salarial de 25% para toda a categoria,  planos de saúde e previdência privada, além da implementação de um plano de  carreira para todos os funcionários.</p>
<p>Até então, os trabalhadores, que não são sindicalizados, ainda não haviam se  reunido com o sindicato e tentavam se mobilizar por meio do blog e de listas de  emails. Após o encontro com o SNA &#8211;no qual participaram mais de 100  trabalhadores, segundo Camacho&#8211; ficou decido que as reivindicações seriam  discutidas e redefinidas na assembleia do dia 13. Antes, na segunda-feira (9),  tripulantes, sindicato e a Gol se reunirão na Procuradoria Regional do  Trabalho.</p>
<p>No início da semana, um alto índice de atrasos e cancelamentos em voos da Gol  prejudicou o funcionamento dos aeroportos e atrapalhou a vida dos passageiros em  todo o país. A situação só começou a normalizar a partir de ontem.</p>
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<h3>Leia mais</h3>
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<p><strong>Nova escala gerou caos aéreo</strong><br />
Em reunião convocada pela  Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) na terça-feira, a Gol assumiu que  problemas em um novo software para planejamento das escalas dos funcionários  &#8211;implantado no início de julho&#8211; gerou &#8220;dados incorretos que culminaram no  planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos  tripulantes”.</p>
<p>Após se reunir com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), a Gol aceitou  reformular as escalas para impedir que os tripulantes continuassem trabalhando  mais do que o permitido. Com menos mão-de-obra, a Gol não conseguiu dar conta de  todos os voos que estavam programados, o que acabou resultando no caos sentido  por passageiros em vários aeroportos do Brasil.</p>
<p>Segundo tripulantes da companhia, há muito tempo os funcionários estão sendo  submetidos a condições de trabalhos inadequadas, em desacordo com a legislação  trabalhista que regulamenta a categoria. De acordo com eles, em julho ocorreu um  agravamento da situação, após o problema com a nova escala, que é operada por  computadores e foi instalada em substituição ao modelo anterior, controlado  manualmente.</p>
<p>“O sistema novo não computa algumas variáveis presentes na legislação  brasileira. Ele não considera os atrasos e os cancelamentos de voos, nem  fechamento de aeroportos por conta do mau tempo, por exemplo”, diz uma chefe de  cabine de 30 anos, que trabalha na Gol há sete e preferiu não se identificar com  medo de sofrer retaliações pela empresa.</p>
<p>“Essa falha gerou um ‘efeito dominó&#8242;, que refletiu em toda malha aeroviária.  Os tripulantes que já haviam trabalhado mais do que o permitido tiveram que  parar. Aí começou o assédio moral e as ameaças da empresa para obrigar os  funcionários a trabalhar e a desrespeitar a legislação”, afirma.</p>
<p>Além disso, a chefe de cabine afirma que a categoria sofreu uma defasagem  salarial de 50% nos últimos 10 anos, o que está fazendo com que muitas pessoas  desistam da função. “No início da década um tripulante da Varig recebia R$ 40  por hora de voo, em média. Hoje é de R$ 22. Nossa função é estressante.  Tripulante fica cinco, seis dias fora de casa, trabalha dia e noite, não pode  frequentar nenhuma atividade fixa, vive por escala”, diz.</p>
<p>Por conta do problema, um copiloto de 31 anos baseado em São Paulo,  funcionário da Gol desde 2005, disse que ele mesmo e vários colegas já pegaram  no sono durante viagens. “Eu já dormi algumas vezes em voo. Estamos bem  sobrecarregados mesmo, e está complicado de manter a cabeça no que estamos  fazendo. Precisamos de tranquilidade e de uma jornada decente, mas o que  acontece é que somos explorados ao máximo”, disse o tripulante, que preferiu não  se identificar para não sofrer retaliações da empresa.</p>
<p>Um outro copiloto que também não quis se identificar afirmou que quando não  há uma jornada de trabalho regular não é “incomum piloto e copilotos dormirem em  pleno voo”. “Pedimos para o chefe de cabine ir de meia em meia hora checar se há  alguém acordado. É um risco enorme, e tudo isso foi muito agravado em julho”,  diz o funcionário, de 30 anos, há quatro na Gol.</p>
<p><strong>Brechas na lei trabalhista</strong><br />
De acordo com a Lei do  Aeronauta (Lei 7.183/84), por questões de segurança operacional, um tripulante  de avião a jato não pode exceder 85 horas de voo por mês, 230 horas por  trimestre e 850 horas por ano. O texto também impede que a tripulação que  cumpriu três horas de jornada entre 23h e 6h viaje na madrugada do dia  seguinte.</p>
<p>Há três brechas na lei, segundo aeronautas entrevistados pela reportagem.  Para Carlos Camacho, algumas empresas aproveitam uma falha no texto da  regulamentação da categoria e obrigam os tripulantes a trabalhar durante várias  madrugadas seguidas.</p>
<p>“As empresas se apropriaram de uma falha na regulamentação que permite uma  interpretação segundo a qual só não podem ser escalados na madrugada seguinte os  tripulantes que voltaram à sua base. O problema é que muitas vezes os  trabalhadores viajam de madrugada, mas não voltam para sua base, vão para outras  cidades”, diz. “Mas o que está em questão é a condição física do ser humano, e  não a cidade para onde o tripulante vai”, afirma.</p>
<p>O copiloto de 30 anos que falou com a reportagem disse as empresas  encontraram um outro “buraco” na lei. “Se o tripulante chegar na base entre 23h  e 6h, não pode ser acionado para voar na noite seguinte. Mas se ele decolar 22h  e pousar 6h05, por exemplo, as empresas dizem que não há problema nenhum e  esfregam a lei na nossa cara. A regra foi mal escrita”, diz o tripulante.</p>
<p><strong>“Buracos negros”</strong><br />
Uma outra chefe de cabine, que possui 31  anos e está há seis na Gol, afirma que além do excesso de trabalho, os  tripulantes estão sujeitos a riscos decorrentes da falta de infraestrutura  adequada no espaço aéreo brasileiro.</p>
<p>“Existem ‘buracos negros’ no Norte e Nordeste do país, nos quais não há  comunicação entre piloto e torre”, diz. “Uma vez, saindo de Fortaleza para  Natal, desviamos de um tucano (aeronave de pequeno porte) a um pouco mais de 100  metros. Uma amiga que tripulava no dia 1º de agosto num voo do Recife para  Campinas contou que a aeronave quase colidiu com um avião cargueiro, que teve  que arremeter o pouso para não ter colisão. Infelizmente só dão importância para  isso quando aconteceu um acidente”, conta.</p>
<p><strong>Outro lado</strong><br />
Por meio da sua assessoria de imprensa, a Gol  negou que desrespeita a legislação trabalhista e obriga os funcionários a  trabalhar mais. A companhia disse que os problemas com atrasos e cancelamentos  foram causados justamente porque o limite de horas trabalhadas pelos tripulantes  foi respeitado. A Gol afirmou ainda que o problema com a escala foi  resolvido.</p>
<p></span></div>
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		<title>Anac avalia 520 reclamações trabalhistas contra empresas aéreas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 02:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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Reclamações trabalhistas
A Anac  informou ao G1 que sua ouvidoria analisa  uma reclamação do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) com 520 denúncias  trabalhistas, a maioria por descumprimento de escalas de voo, contra  companhias aéreas. A agência diz que recebeu o documento há duas semanas, em 15  de julho.
O SNA informou ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":1dl">
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<div><span style="font-family: Calibri;"><strong>Reclamações trabalhistas</strong><br />
A Anac  informou ao <strong>G1</strong> que sua ouvidoria <a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/anac-avalia-520-reclamacoes-trabalhistas-contra-empresas-aereas.html" target="_blank" class="liexternal">analisa  uma reclamação do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) com 520 denúncias  trabalhistas</a>, a maioria por descumprimento de escalas de voo, contra  companhias aéreas. A agência diz que recebeu o documento há duas semanas, em 15  de julho.</p>
<p>O SNA informou ter recebido de pilotos, co-pilotos, comissários de bordo e  mecânicos de voo, entre fevereiro e julho deste ano, 800 reclamações contra as  companhias aéreas, a maioria por questões relacionadas à escala e excesso de  trabalho.</p>
<p>A Anac informou que, quando as reclamações trabalhistas contra empresas  aéreas são comprovadas, a punição pode ser a suspensão temporária do Certificado  de Homologação de Empresa de Transporte (Chate). Sem o Chate, a companhia aérea  não pode operar.</p>
<p><strong><em>Veja a íntegra da nota da Anac</em></strong></p>
<p>&#8220;Plano de Ação da Gol</p>
<p>Brasília, 3 de agosto de 2010 – A Agência  Nacional de Aviação Civil (ANAC) convocou hoje uma reunião com a companhia aérea  Gol/Varig para apresentar um plano de ação para atender os passageiros de voos  cancelados ou atrasados pela empresa, em conseqüência dos problemas na escala de  trabalho dos tripulantes. O plano apresentado pelo diretor de Operações da  companhia inclui:</p>
<p>- uso de 5 aeronaves Boeing 767, configurados para cerca de 230 passageiros,  nas rotas regulares domésticas e internacionais, para aumentar a capacidade de  acomodação de passageiros. Atualmente, essas aeronaves são utilizadas em  fretamentos. A frota atual da companhia conta com aeronaves configuradas para  140 a 178 passageiros;</p>
<p>- apresentação de relatórios semanais à ANAC sobre a quantidade de horas  voadas pelos tripulantes, em coordenação com o planejamento da malha aérea. Os  dados serão avaliados em conjunto com o planejamento mensal;</p>
<p>- ativação da escala de trabalho dos tripulantes para o mês de agosto na  mesma configuração do mês de junho. A companhia já utilizava há três meses, com  sucesso, o software para planejamento de escala, com o conhecimento da ANAC.</p>
<p>A empresa informou à ANAC que, em julho, ao implantar uma melhoria (upgrade)  no sistema, ocorreu o problema e foram gerados dados incorretos que culminaram  no planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos  tripulantes. Por essa razão, foi adotada novamente a configuração de escala do  mês anterior.</p>
<p>A ANAC também enviou inspetores para acompanhar o trabalho de planejamento da  escala na empresa, de acordo com a Lei do Aeronauta, e está fiscalizando a  assistência devida pela companhia a seus passageiros, conforme a Resolução nº  141. Mais informações sobre os direitos dos passageiros estão disponíveis na  Internet: <a href="http://www.anac.gov.br/imprensa/pdf/tabela.pdf" target="_blank" class="lipdf">http://www.anac.gov.br/imprensa/pdf/tabela.pdf</a></p>
<p>Assessoria de Imprensa<br />
ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil&#8221;</p>
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<p><abbr>03/08/2010 05h00</abbr> &#8211; Atualizado em <abbr>03/08/2010 05h00</abbr></p>
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<h1>Anac avalia 520 reclamações trabalhistas contra empresas  aéreas</h1>
<h2>Agência analisa caso há 2 semanas. No ano, sindicato recebeu 800  denúncias.<br />
Gol disse que atua para resolver o problema; TAM não  respondeu.</h2>
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<p><strong>Mariana Oliveira</strong> Do G1, em São Paulo</p>
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<div><a title="Imprimir" href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/anac-avalia-520-reclamacoes-trabalhistas-contra-empresas-aereas.html#" target="_blank"><br />
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<div>O tripulante trabalha dentro de um tubo pressurizado, que voa  em grande altitude. São madrugadas seguidas, noites inteiras voadas. Isso gera  déficit de sono. Dezesseis horas de déficit de sono equivale a três doses de  whisky. O tripulante fica inebriado como se estivesse embriagado&#8221;</div>
<div>Comandante Carlos Camacho, diretor de segurança de vôo do  Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA)</div>
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<p>A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que sua ouvidoria analisa  uma reclamação do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) com 520 denúncias  trabalhistas, a maioria por descumprimento de escalas de voo. A agência diz que  recebeu o documento há duas semanas, em 15 de julho.</p>
<p>Nesta segunda (2), um novo sistema de escalas na  companhia aérea Gol <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/infraero-registra-atrasos-em-26-dos-voos.html" target="_blank" class="liexternal">desencadeou  atrasos em mais da metade dos vôos da empresa</a>. A Empresa Brasileira de  Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e a Anac afirmaram que, por conta do  episódio, vão monitorar a Gol. Em nota, a Gol afirmou que &#8220;algumas tripulações  atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da  profissão e foram impossibilitadas de seguir viagem, gerando um efeito em  cadeia&#8221; .</p>
<p>O SNA informou ter recebido de pilotos, co-pilotos, comissários de bordo e  mecânicos de voo, entre fevereiro e julho deste ano, 800 reclamações contra as  companhias aéreas, a maioria por questões relacionadas à escala e excesso de  trabalho.</p>
<p>A Anac informou que, quando as reclamações trabalhistas contra empresas  aéreas são comprovadas, a punição pode ser a suspensão temporária do Certificado  de Homologação de Empresa de Transporte (Chate). Sem o Chate, a companhia aérea  não pode operar.</p>
<p>De acordo com o sindicato, o serviço de recebimento de denúncias começou em  2010 e, portanto, não há dados comparativos com o ano anterior. O diretor de  segurança de vôo do SNA, comandante Carlos Camacho, informou que o recebimento  de reclamações é crescente. No começo do ano, a média mensal de denúncias era de  85. No mês de julho, as reclamações somaram 200 – sendo 90% atribuídas à Gol,  disse o sindicato.</p>
<p>Ao <strong>G1</strong>, a Gol informou que está atuando para dar conta das  reclamações trabalhistas. A assessoria de imprensa citou que o &#8220;aperto&#8221; que a  companhia viveu na segunda (2) foi justamente para solucionar esse problema.</p>
<p>O SNA disse que as denúncias também foram encaminhadas para o Centro de  Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Ao  <strong>G1</strong>, o Cenipa disse que não comentaria questões trabalhistas  pois cuida apenas do espaço aéreo. O sindicato disse que nem o Cenipa nem a Anac  responderam às reclamações enviadas.</p>
<p>De acordo com o comandante Gelson Dagmar Fochesato, presidente do SNA, a TAM  pode ser a próxima a enfrentar problemas.</p>
<p>&#8220;As companhias aéreas estão crescendo e começando a operar no limite de suas  tripulações e por isso estourou primeiro na Gol. Mas a Gol foi a única que se  comprometeu a regularizar e cancelou vôos. Para iniciar de modo correto a escala  de trabalho dos tripulantes no mês de agosto. (&#8230;) A Gol tomou uma atitude mais  responsável. A TAM não está fazendo isso. Estamos com reuniões previstas na  companhia e vamos pedir para o RH se reorganizar. (&#8230;) O caos vai aumentar se a  Anac não fizer alguma coisa.&#8221;</p>
<p>O <strong>G1</strong> procurou a TAM na tarde de segunda (2), mas a empresa  disse que não responderia à reportagem antes da manhã desta terça (3).</p>
<p>O comandante Fochesato disse que as escalas da tripulação, de modo geral nas  companhias aéreas, estão &#8220;desumanas&#8221;. &#8220;A escala é mensal e geralmente no dia 29  sai do mês todo. Modificações podem ser feitas e previstas com antecedência.  Chega no dia 20, tem 15 modificações na escala. (&#8230;) A pessoa acha que vai  chegar no destino e folgar no dia seguinte, eles mudam e jogam a folga para  frente. Tem gente com 7 folgas. Isso gera estresse social, familiar.&#8221;</p>
<p>O comandante Carlos Camacho, do sindicato dos aeronautas, ressaltou que as  companhias, em sua maioria, não ultrapassam o número máximo de horas trabalhadas  por mês – 85 horas. No entanto, em alguns casos, o descumprimento da escala se  dá porque o descanso mínimo não é respeitado e os tripulantes trabalham por  noites seguidas, o que é prejudicial para o trabalho e para a saúde.</p>
<p>&#8220;O tripulante trabalha dentro de um tubo pressurizado, que voa em grande  altitude. São madrugadas seguidas, noites inteiras voadas. Isso gera déficit de  sono. Dezesseis horas de déficit de sono equivale a três doses de whisky. O  tripulante fica inebriado como se estivesse embriagado&#8221;, diz o comandante  Camacho, que aponta que a “péssima” situação de trabalho pode levar a um  acidente aéreo.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/numero-de-queixas-em-juizados-especiais-de-aeroportos-chega-84.html" target="_blank" class="liexternal">-    Número de queixas em juizados especiais de aeroportos chega a 84</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/08/cancelamento-e-atrasos-de-voo-causam-confusao-no-galeao.html" target="_blank" class="liexternal">-    Cancelamento e atrasos de voo causam confusão no Galeão</a></li>
</ul>
</div>
<p><strong>Inqúerito contra TAM</strong><br />
O  Ministério Público do Trabalho (MPT) tem um inquérito civil aberto para  investigar reclamação trabalhista contra a TAM, um possível descumprimento ao  artigo 18 da Lei 7183/84, a Lei dos Aeronautas &#8211; <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L7183.htm" target="_blank" class="liexternal">clique  aqui para ver</a>. O artigo 18 diz que &#8220;a escala deverá observar, como  princípio, a utilização do aeronauta em regime de rodízio e em turnos  compatíveis com a higiene e segurança do trabalho&#8221;.</p>
<p>De acordo com a procuradora Elisa Maria Brant Malta, a investigação visa  apurar prejuízo econômico aos trabalhadores, que ficam, segundo denúncia do SNA,  ociosos por tempo em excesso após retorno do treinamento, antes de iniciar de  fato o trabalho. &#8220;Há uma denúncia e cabe a nós apurar se é verdadeira ou não.  Expedi ofício para Anac, companhia aérea e gerência regional do Trabalho. O  resultado que temos até agora é de que não há irregularidade. Demos 10 dias para  que o sindicato aponte onde houve prejuízo econômico.&#8221;</p>
<p>Depois disso, a procuradora verifica se arquiva o inquérito ou se convoca a  companhia para a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC).</p>
<p>O <strong>G1</strong> também perguntou para a TAM sobre o inquérito, mas a  companhia não respondeu.</p>
<p><strong>Reclamações de passageiros</strong><br />
O atraso nos vôos nesta  segunda levou vários passageiros a usarem os juizados especiais nos aeroportos,  que começaram a funcionar no dia 23 de julho.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/numero-de-queixas-em-juizados-especiais-de-aeroportos-chega-84.html" target="_blank" class="liexternal">Pelo  menos 84 reclamações foram registradas</a> até o início da noite de segunda (2),  de acordo com levantamento do <strong>G1</strong>. Segunda foi o primeiro dia de  atrasos significativos após a instalação dos juizados nos aeroportos de São  Paulo (Congonhas e Guarulhos), Rio (Tom Jobim e Santos Dumont) e Brasília  (Juscelino Kubitschek).</p>
<p>Os juizados servem para solucionar problemas de passageiros referentes a  atrasos e cancelamentos de voos; e extravio, violação ou furto de bagagem, sem a  necessidade da presença de um advogado. Se as empresas não resolverem o  problema, os juizados podem abrir ação contra as  companhias.</p>
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<p></span></div>
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		<title>Crise na GOL</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/08/03/crise-na-gol/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 02:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[GOL]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[03/08/2010 &#8211; 20h05 
&#8220;Já dormi algumas vezes durante o voo&#8221;, diz copiloto da Gol, ao relatar  excesso de viagens
Guilherme Balza
Do UOL Notícias
Em São Paulo



Homem    dorme à espera de voo no aeroporto de Guarulhos no começo da madrugada 



Em meio ao novo caos aéreo que se instalou nos aeroportos nessa semana,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em>03/08/2010 &#8211; 20h05 </em></p>
<h1>&#8220;Já dormi algumas vezes durante o voo&#8221;, diz copiloto da Gol, ao relatar  excesso de viagens</h1>
<p>Guilherme Balza<br />
Do UOL Notícias<br />
Em São Paulo</p>
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<ul>
<li><a href="http://noticias.uol.com.br/album/100803_album.jhtm?abrefoto=7" target="_blank" class="liimagelink"><img style="border: 0pt none;" title="Zanone Fraissat/FolhaPress" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2010/08/homem-dorme-a-espera-de-voo-no-aeroporto-de-guarulhos-no-comeco-da-madrugada-1280833717411_615x300.jpg" border="0" alt="Homem dorme à espera de voo no aeroporto de Guarulhos no começo da madrugada" width="550" height="280" /></a><a href="http://noticias.uol.com.br/album/100803_album.jhtm?abrefoto=7" target="_blank" class="liimagelink">Homem    dorme à espera de voo no aeroporto de Guarulhos no começo da madrugada <img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a3ad74638ab687&amp;attid=0.2&amp;disp=emb&amp;zw" alt="" /></a></li>
</ul>
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<p>Em meio ao novo caos aéreo que se instalou nos aeroportos nessa semana,  tripulantes da companhia aérea Gol acusam a empresa de desrespeitar a legislação  trabalhista e obrigá-los a cumprir jornadas de trabalho “desumanas”. Por conta  do problema, copilotos entrevistados pelo <strong>UOL Notícias</strong> afirmam  que é comum tripulantes dormirem em plena cabine do voo.</p>
<p>Um copiloto de  31 anos baseado em São Paulo, funcionário da Gol desde 2005, disse que ele mesmo  e vários colegas já pegaram no sono durante viagens. “Eu já dormi algumas vezes  em voo. Estamos bem sobrecarregados mesmo, e está complicado de manter a cabeça  no que estamos fazendo. Precisamos de tranquilidade e de uma jornada decente,  mas o que acontece é que somos explorados ao máximo”, disse o tripulante, que  preferiu não se identificar para não sofrer retaliações da empresa.</p>
<p>Desde  o último fim de semana, um alto índice de atrasos e cancelamentos em voos da  empresa prejudica o funcionamento dos aeroportos e atrapalha a vida dos  passageiros em todo o país. Em reunião convocada pela Anac (Agência Nacional de  Aviação Civil) nesta terça-feira, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/777127-em-reuniao-com-anac-gol-diz-que-programa-causou-erro-na-escala-da-tripulacao.shtml" target="_blank" class="liexternal">a Gol afirmou que problemas em um novo software</a> para  planejamento das escalas dos funcionários gerou &#8220;dados incorretos que culminaram  no planejamento inadequado da malha aérea e da jornada de trabalho dos  tripulantes”.</p>
<div>
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<h3>Passageiros recorrem ao juizado especial</h3>
<ul>
<li>Após 3 dias de muito tumulto, confusão, gente dormindo no chão e filas, a    situação no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, finalmente começa a se    normalizar. Os passageiros que recorreram ao juizado especial elogiam o    serviço</li>
</ul>
<ul>
<li><img src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=78339af18b&amp;view=att&amp;th=12a3ad74638ab687&amp;attid=0.3&amp;disp=emb&amp;zw" border="0" alt="" /><a href="http://noticias.uol.com.br/" target="_blank" class="liexternal">Mais em UOL  Notícias</a></li>
</ul>
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<p>Um outro copiloto que também não quis se identificar afirmou que quando não  há uma jornada de trabalho regular não é “incomum piloto e copilotos dormirem em  pleno voo”. “Pedimos para o chefe de cabine ir de meia em meia hora checar se há  alguém acordado. É um risco enorme, e tudo isso foi muito agravado em julho”,  diz o funcionário, de 30 anos, há quatro na Gol.</p>
<p>O tripulante narra um  episódio ocorrido com um comandante com quem voou recentemente. “Ele estava com  duas olheiras enormes, parecia um zumbi. Estava com 95 horas de voo na semana,  viajando pela quarta madrugada seguida, dormindo apenas três horas por dia. Ele  pediu para eu o acordar na hora de fazer o táxi do avião. Eu o acordei, mas ele  me pediu para dormir mais um pouco e só acordá-lo na hora do pouso. O acordei  novamente só bem na hora de pousar. O cara estava mal”, relata.</p>
<p><strong>Como começou o caos</strong><br />
Após se reunir com o Sindicato  Nacional dos Aeronautas (SNA), a Gol aceitou reformular as escalas para impedir  que os tripulantes continuassem trabalhando mais do que o permitido. Com menos  mão-de-obra, a Gol não conseguiu dar conta de todos os voos que estavam  programados, o que acabou resultando no caos sentido por passageiros em vários  aeroportos do Brasil.</p>
<p>Segundo tripulantes da companhia, há muito tempo os  funcionários estão sendo submetidos a condições de trabalhos inadequadas, em  desacordo com a legislação trabalhista que regulamenta a categoria. De acordo  com eles, em julho ocorreu um agravamento da situação, após o problema com a  nova escala, que é operada por computadores e foi instalada em substituição ao  modelo anterior, controlado manualmente.</p>
<p>“O sistema novo não computa  algumas variáveis presentes na legislação brasileira. Ele não considera os  atrasos e os cancelamentos de voos, nem fechamento de aeroportos por conta do  mau tempo, por exemplo”, diz uma chefe de cabine de 30 anos, que trabalha na Gol  há sete e preferiu não se identificar com medo de sofrer retaliações pela  empresa.</p>
<p>“Essa falha gerou um ‘efeito dominó&#8242;, que refletiu em toda malha  aeroviária. Os tripulantes que já haviam trabalhado mais do que o permitido  tiveram que parar. Aí começou o assédio moral e as ameaças da empresa para  obrigar os funcionários a trabalhar e a desrespeitar a legislação”,  afirma.<br />
<strong><br />
Greve convocada para 13/08</strong><br />
Em um <a href="http://copilotosgol.blogspot.com/" target="_blank" class="liexternal">blog</a> criado para  mobilizar a categoria e em listas de emails, os trabalhadores convocaram uma  greve para o próximo dia 13. Na convocatória para a paralisação, além de  reivindicar uma escala “mais humana”, os trabalhadores exigem aumento salarial  de 25% para toda a categoria, planos de saúde e previdência privada, além da  implementação de plano de carreira para todos os funcionários.</p>
<p>A chefe de  cabine afirma que a categoria sofreu uma defasagem salarial de 50% nos últimos  10 anos, o que está fazendo com que muitas pessoas desistam da função. “No  início da década um tripulante da Varig recebia R$ 40 por hora de voo, em média.  Hoje é de R$ 22. Nossa função é estressante. Tripulante fica cinco, seis dias  fora de casa, trabalha dia e noite, não pode frequentar nenhuma atividade fixa,  vive por escala”, diz.</p>
<p><strong>Brechas na lei trabalhista</strong><br />
De acordo com a Lei do  Aeronauta (Lei 7.183/84), por questões de segurança operacional, um tripulante  de avião a jato não pode exceder 85 horas de voo por mês, 230 horas por  trimestre e 850 horas por ano. O texto também impede que a tripulação que  cumpriu três horas de jornada entre 23h e 6h viaje na madrugada do dia  seguinte.</p>
<ul>
<li><a href="http://blogdosakamoto.uol.com.br/2010/08/03/voos-cancelados-o-trabalhador-leva-a-culpa/#comments" target="_blank" class="liexternal"><strong>Blog    do Sakamoto: Trabalhador paga a conta pelo caos aéreo</strong></a></li>
<li><a href="http://mariainesdolci.folha.blog.uol.com.br/arch2010-08-01_2010-08-31.html#2010_08-03_07_44_32-10566276-0" target="_blank" class="liexternal"><strong>Maria    Inês Dolci: Consumidor não pode ser penalizado</strong></a></li>
<li><a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/08/03/confira-quais-voos-estao-atrasados-direto-pelo-celular-e-minimize-transtornos.jhtm" target="_blank" class="liexternal"><strong>Aplicativos    para celular mostram voos atrasados no Brasil e no mundo</strong></a></li>
</ul>
<p>Há três brechas na lei, segundo aeronautas entrevistados pela reportagem.  Para o comandante Carlos Camacho, diretor do SNA, algumas empresas aproveitam  uma falha no texto da regulamentação da categoria e obrigam os tripulantes a  trabalhar durante várias madrugadas seguidas.</p>
<p>“As empresas se apropriaram  de uma falha na regulamentação que permite uma interpretação segundo a qual só  não podem ser escalados na madrugada seguinte os tripulantes que voltaram à sua  base. O problema é que muitas vezes os trabalhadores viajam de madrugada, mas  não voltam para sua base, vão para outras cidades”, diz. “Mas o que está em  questão é a condição física do ser humano, e não a cidade para onde o tripulante  vai”, afirma.</p>
<p>Já o copiloto de 30 anos que falou com a reportagem disse  as empresas encontraram um outro “buraco” na lei. “Se o tripulante chegar na  base entre 23h e 6h, não pode ser acionado para voar na noite seguinte. Mas se  ele decolar 22h e pousar 6h05, por exemplo, as empresas dizem que não há  problema nenhum e esfregam a lei na nossa cara. A regra foi mal escrita”, diz.</p>
<p>Uma outra chefe de cabine, que possui 31 anos e está há seis na Gol,  afirma que além do excesso de trabalho, os tripulantes estão sujeitos a riscos  decorrentes da falta de infraestrutura adequada no espaço aéreo  brasileiro.</p>
<p>“Existem ‘buracos negros’ na região do norte do país, nos  quais não há comunicação entre piloto e torre”, diz. “Uma vez, saindo de  Fortaleza para Natal, desviamos de um tucano (aeronave de pequeno porte) a um  pouco mais de 100 metros. Uma amiga que tripulava no dia 1º de agosto num voo do  Recife para Campinas contou que a aeronave quase colidiu com um avião cargueiro,  que teve que arremeter o pouso para não ter colisão. Infelizmente só dão  importância para isso quando aconteceu um acidente”, conta.</p>
<p><strong>Outro  lado</strong><br />
Por meio da sua assessoria de imprensa, a Gol negou que  desrespeita a legislação trabalhista e obriga os funcionários a trabalhar mais.  A companhia disse que os problemas com atrasos e cancelamentos foram causados  justamente porque o limite de horas trabalhadas pelos tripulantes foi  respeitado. A Gol afirmou ainda que o problema com a escala foi  resolvido.</p>
<p>A Anac informou que está acompanhando a normalização da  situação e fiscalizando o cumprimento da lei do aeronauta. Segundo a agência,  caso o passageiro não seja atendido pela companhia aérea, ele pode registrar  queixa pelo 0800 725 4445 ou pelo site: <a href="http://www.anac.gov.br/arus/focus/faleconosco/validarUsuario.asp" target="_blank" class="liexternal">www.anac.gov.br/faleanac</a>.</p>
</div>
<div></div>
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		<item>
		<title>Servidores federais devem retomar greve na Segunda (valor econômico   30.7.2010)</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2010/07/30/servidores-federais-devem-retomar-greve-na-segunda-valor-economico-30-7-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 03:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Servidores federais devem retomar greve na  segunda





Laura          Ignacio, de São Paulo
30/07/2010










Com o fim do recesso dos poderes        Judiciário e Legislativo, na segunda-feira, os servidores da esfera        federal &#8211; que congrega as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Servidores federais devem retomar greve na  segunda</h1>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<ul>Laura          Ignacio, de São Paulo<br />
30/07/2010</ul>
<div>
<div><a title="Imprima a notícia"><br />
</a></div>
</div>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>
<p>Com o fim do recesso dos poderes        Judiciário e Legislativo, na segunda-feira, os servidores da esfera        federal &#8211; que congrega as Justiças do trabalho, federal e eleitoral &#8211; se        preparam para retomar o movimento grevista. Neste domingo, os        representantes dos sindicatos regionais do país reúnem-se para bater o        martelo sobre a questão e organizar o &#8220;dia nacional do apagão do        Judiciário Federal&#8221;, marcado para a quarta-feira. O apagão também servirá        para medir o grau de participação no movimento no país. No Estado do        Piauí, por exemplo, os servidores preparam uma manifestação de três horas.        A greve da Justiça Federal foi suspensa durante o recesso forense.</p>
<p>O objetivo da greve na esfera        federal é pressionar os parlamentares pela aprovação do projeto de lei nº        6.637, que altera o plano de cargos e salários da categoria, o que pode        levar a um aumento salarial de 50%. Até 9 de julho, permaneceram em greve        os servidores de 16 Estados. Na esfera estadual, só estão parados os        funcionários do Judiciário paulista, o maior do Brasil. &#8220;Todos os demais        Estados decidiram desistir da greve&#8221;, afirma a presidente da Federação        Nacional dos Servidores do Poder Judiciário Estadual (Fenajud), Maria José        Silva.</p>
<p>Na Justiça Federal, pela        primeira vez, a greve ultrapassou a barreira dos 60 dias. A expectativa de        Ramiro Lopez, coordenador-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do        Judiciário Federal (Fenajufe), é de que a mobilização volte com força e a        participação de todos os Estados. Segundo Lopez, a adesão à greve só não é        maior em razão de decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que        acataram pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para limitar a        porcentagem de servidores que podem ficar parados. &#8220;Na esfera eleitoral,        podem ficar de braços cruzados, no máximo, 20% dos servidores. E na        federal e trabalhista, 40%&#8221;, afirma</p>
<p>Na Justiça Estadual, a greve        paulista é a mais longa já vista. Hoje, faz 94 dias que ela foi        deflagrada. O objetivo dos servidores é obter 20,16% de reposição        salarial, em razão da inflação dos últimos dois anos. Mas o Tribunal de        Justiça de São Paulo (TJSP) não aceita a reivindicação. A adesão baixa,        que hoje está em torno de 15%, é motivada pelo corte de salário dos        grevistas imposto pelo tribunal. &#8220;Muitos realmente voltaram ao trabalho,        mas sabemos que a maioria não está trabalhando de fato&#8221;, diz Yvone        Barreiros Moreira, presidente da Associação dos Oficiais de Justiça de São        Paulo (Aojesp). A seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil        (OAB-SP) calcula que a greve já represa cerca de 300 mil novos processos.        De acordo com o advogado Marcos da Costa, vice-presidente da OAB de São        Paulo, mesmo com a baixa adesão, o reflexo é forte nos escritórios de        advocacia. &#8220;Se uma audiência já demora seis meses para ser designada, com        a greve esse prazo dobra&#8221;,  afirma.</p>
</div>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 75 &#8211; TST reafirma a não responsabilidade subsidiária da VARIGLOG</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 10:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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Notícias do Tribunal Superior do Trabalho



27/07/2010
Quinta Turma afasta responsabilidade              subsidiária da Variglog quanto a débitos trabalhistas da              Varig

A Quinta           [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri;"></p>
<h3>Notícias do Tribunal Superior do Trabalho</h3>
<p></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; color: #000000; font-size: xx-small;"></p>
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<div><strong>27/07/2010</strong></div>
<div><strong>Quinta Turma afasta responsabilidade              subsidiária da Variglog quanto a débitos trabalhistas da              Varig</strong></div>
<p></span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">A Quinta              Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a responsabilidade              subsidiária da Variglog em ação movida por uma ex-funcionária da              Varig, em recuperação judicial. A Turma reformou acórdão do Tribunal              Regional da 4ª Região (RS), que havia reconhecido a existência de              sucessão trabalhista na operação de compra da Varig pela Variglog em              leilão judicial.</p>
<p>Depois de sua dispensa em agosto de 2006, a              ex-funcionária da empresa ingressou com ação trabalhista contra              Varig, a Variglog e a Aéreo Transportes LTDA, buscando o pagamento              de verbas rescisórias não satisfeitas. Isso porque, em julho daquele              ano, depois de um processo de crise econômico-financeira, as              operações da Varig foram arrematadas em leilão judicial pela Aéreo              Transportes, grupo empresarial do qual fazia parte também a              Variglog.</p>
<p>Por entender que as empresas compunham um mesmo              grupo econômico, a primeira instância reconheceu a responsabilidade              solidária da Variglog e da Aéreo Transportes pelos débitos              trabalhistas da Varig.</p>
<p>Em recurso ordinário das empresas ao              TRT, o Regional confirmou esse entendimento. Segundo o TRT, a              alienação da unidade produtiva da Varig no contexto de plano de              recuperação, conforme previsto no artigo 60 da Lei nº 11.101/05              (nova Lei de Falências), não retirou a transferência das obrigações              trabalhistas por parte do adquirente.</p>
<p>O parágrafo único do              artigo 60 da Lei nº 11.101/05 estabelece que o objeto da alienação              judicial de unidades produtivas do devedor, a partir de plano de              recuperação judicial, estará livre de qualquer ônus e não haverá              sucessão do arrematante nas obrigações do devedor, inclusive as de              natureza tributária. Para o TRT, o artigo 60, ao não fazer expressa              menção quanto a débitos trabalhistas, não afastou a              responsabilização do arrematante quanto aos direitos trabalhistas.</p>
<p>Contra essa decisão do TRT, a Variglog interpôs recurso de              revista ao TST, alegando que a alienação em processo de recuperação              judicial não transfere ao adquirente as obrigações trabalhistas da              empresa alienante.</p>
<p>Para o relator do processo na Quinta              Turma, Ministro Brito Pereira, essa questão foi objeto de julgamento              do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ADI-3.934-2, que              buscou impugnar o artigo 60 e seu parágrafo única da Lei nº              11.101/05.</p>
<p>No julgamento, o STF decidiu pela improcedência              da ADI, concluindo que o artigo 60, parágrafo único era              constitucionalmente válido no tocante à inocorrência de sucessão dos              créditos trabalhistas. Isso porque o legislador ordinário, ao fazer              a lei, buscou dar concretude aos valores constitucionais da livre              iniciativa da função social da propriedade, em detrimento de outros.</p>
<p>Assim, o relator destacou que, nos termos do artigo 60,              parágrafo único da Lei nº 11.101/05 e em conformidade com a decisão              do STF, a alienação de empresa em processo de recuperação judicial              não acarreta a sucessão do arrematante nos débitos do devedor,              inclusive os de natureza trabalhista. O ministro ainda apresentou              decisões do TST nesse mesmo sentido.</p>
<p>Dessa forma, a Quinta              Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso de revista da              empresa e declarou a inexistência da sucessão trabalhista da Varig              pela Variglog, excluindo esta da ação em questão.              (RR-95900-64.2006.5.04.0001)</p>
<p>(Alexandre Caxito)</p>
<p><small><span style="font-size: xx-small;">Esta matéria tem caráter informativo,              sem cunho oficial.<br />
Permitida a reprodução mediante citação da              fonte<br />
Assessoria de Comunicação Social<br />
Tribunal Superior do              Trabalho<br />
Tel. (61)          3043-4404</span></small></span></span></p>
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