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	<title>Duque Estrada &#187; VARIG</title>
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	<description>Direito Aeronáutico</description>
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		<title>Varig Log</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Ancelmo Gois oglobo.com.br/ancelmo Os trabalhadores da Varig Log foram impedidos ontem de entrar para trabalhar no Rio, em São Paulo, Salvador e Recife. Receberam um papel assina- cio pela presidente da empresa, a brasileira naturalizada Lup &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/06/varig-log/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: MS Sans Serif;">Ancelmo Gois</span></strong><span><br />
<a href="http://oglobo.com.br/ancelmo" target="_blank" class="liexternal">oglobo.com.br/ancelmo</a></span></p>
<p>Os trabalhadores da Varig  Log foram impedidos ontem de entrar para trabalhar no Rio, em São Paulo,  Salvador e Recife.</p>
<p>Receberam um papel assina- cio pela presidente da  empresa, a brasileira naturalizada Lup Ohira, irmã do chinês Lap Chan,  determinando que fiquem em casa, pois não “não há trabalho, temporariamente,  para fazer”. a</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/06/varig-log/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 94 &#8211; VarigLog suspende sua operação &#8211; Valor Economico de 03022012</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[VarigLog suspende sua operação Por Alberto Komatsu &#124; De São Paulo Lup Wai Ohira, presidente da VarigLog, foi procurada pelo Valor, mas não se pronunciou: a transportadora de cargas ajuizou uma petição judicial para apresentar um &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/03/noticias-varig-94-variglog-suspende-sua-operacao-valor-economico-de-03022012/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span>VarigLog suspende sua  operação</span></h1>
<div><span>Por <strong>Alberto Komatsu  | De São Paulo</strong></span></div>
<div>
<div><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/02/foto03emp-101-variglog-b1.jpg" rel="colorbox-image" target="_blank" class="liimagelink"><img class="alignnone size-full wp-image-2851" title="foto03emp-101-variglog-b1" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/foto03emp-101-variglog-b1.jpg" alt="" width="240" height="156" /></a><span><br />
Lup Wai Ohira, presidente da  VarigLog, foi procurada pelo Valor, mas não se pronunciou: a transportadora de  cargas ajuizou uma petição judicial para apresentar um novo plano de recuperação  judicial</span></div>
<p><span>A VarigLog, a maior empresa de transporte aéreo  de cargas do país na época em que pertencia à antiga Varig, até meados de 2005,  suspendeu na quarta-feira as suas atividades e ajuizou uma petição judicial para  apresentar um novo plano de recuperação judicial. A empresa deixou de operar por  causa de sucessivos prejuízos mensais e tem uma passivo estimado pelo mercado em  ao menos R$ 450 milhões, considerando-se números de meados de 2009.</span></p>
<p><span>A ideia é realizar uma assembleia de credores  para apresentar um novo plano de reestruturação. O objetivo é realizar a venda  da marca e de ativos para pagar seus credores. A data desse encontro ainda é  incerta. A VarigLog tem 400 funcionários e operava voos diários para as regiões  Norte e Nordeste com quatro aviões.</span></p>
<p><span>&#8220;A VarigLog vai apresentar um novo plano de  recuperação judicial e mencionou na petição a venda de uma unidade produtiva  isolada. Não posso falar de data ainda pois o plano ainda não foi apresentado&#8221;,  afirmou o juiz titular da 1ª Vara de Falências de São Paulo, Daniel Carnio  Costa. Segundo o juiz, a VarigLog ainda deve sugerir uma data, que será  analisada por ele.</span></p>
<p><span>Em um curto comunicado, a VarigLog informou que  &#8220;está pleiteando nova assembleia de credores junto à 1ª Vara de Falências e  Recuperações Judiciais de São Paulo, e que está suspendendo as suas operações&#8221;.  O <strong>Valor</strong> pediu uma entrevista com a presidente da empresa, Lup  Wai Ohira, mas ela não se pronunciou.</span></p>
<p><span>Lup adquiriu a VarigLog pelo valor simbólico de  US$ 100. O negócio foi fechado em agosto de 2009, por meio da Velog Corporation,  uma offshore com sede no Panamá, de propriedade dela. O vendedor foi o fundo de  investimentos americano Matlin Patterson, cujo principal representante no Brasil  era Lap Chan, irmão de Lup.</span></p>
<p><span>Nessa mesma época, o empresário German  Efromovich, principal acionista do Grupo Synergy, firmou um compromisso de  comprar a VarigLog por US$ 100 mil, caso os credores oferecessem um desconto de  90% dos créditos que tinham a receber. O Synergy controla a Avianca-Taca e a  Avianca Brasil, antiga Oceanair. Efromovich informou que desistiu do negócio no  ano passado. </span></p>
<p><span>&#8220;Se o juiz [da 1ª Vara de Falências] seguir a  lei, ele deve definir a falência. Para os trabalhadores seria melhor assim,  porque aí acaba essa novela&#8221;, diz o advogado de credores trabalhistas da  VarigLog, Carlos Duque Estrada. Segundo ele, a partir do momento em que entrou  em recuperação judicial, a VarigLog tinha 12 meses para pagar os credores  trabalhistas, o que não aconteceu.</span></p>
<p><span>A VarigLog está em recuperação judicial desde  junho de 2009, quando a 1ª Vara de Falências de São Paulo aprovou o plano de  recuperação judicial da companhia, mesmo após uma assembleia de credores ter  optado pela falência.</span></p>
<p><span>Vinte e dois dias depois, o Tribunal de Justiça  de São Paulo suspendeu a recuperação judicial da VarigLog a pedido de um de seus  maiores credores, a Atlantic Aviation Investments, subsidiária integral da  chilena LAN. A LAN, que está em processo de fusão com a TAM, foi procurada, mas  não se pronuncia sobre esse tema.</span></p>
<p><span>A Atlantic alegou, em 2009, que a recuperação  judicial não poderia ter sido ser aprovada porque foi rejeitada pela maioria dos  credores. Em maio de 2010, porém, o próprio TJ aprovou a continuidade do  processo de reestruturação judicial da VarigLog.</span></p>
<p><span>Em meados de 2005, a VarigLog foi adquirida pela  Volo do Brasil, que era uma parceria entre três investidores brasileiros e o  fundo Matlin Patterson.</span></p>
<p><span>Em 2006, o processo de recuperação judicial da  Varig fez uma cisão da companhia em duas: a marca Varig sem os passivos e a  empresa com os passivos permaneceria em recuperação judicial, com a bandeira  Flex.</span></p>
<p><span>No meio desse processo, a própria VarigLog  comprou a parte boa da Varig por US$ 24 milhões. O negócio foi feito por meio de  um leilão judicial realizado em julho de 2006, com o compromisso de investir  quase US$ 500 milhões na companhia. Em março de 2007, a VarigLog revendeu a  Varig para a Gol Linhas Aéreas, por US$ 320 milhões. </span></p>
<p><span>Como parte do pagamento, a VarigLog recebeu 6  milhões de ações da Gol em março de 2007. Naquela época, essa quantidade de  papéis representava 9% das ações da Gol em circulação no mercado. Em dezembro de  2009, a Justiça liberou a venda dessas ações, pois elas estavam bloqueadas desde  abril do ano anterior.</span></p>
<p><span>A VarigLog levantou R$ 30,3 milhões com a venda  das ações da Gol. Em janeiro de 2010, a Justiça autorizou o uso desse dinheiro.  Naquela ocasião, a VarigLog não usou os recursos para pagar os seus credores. O  dinheiro foi destinado para amortizar as despesas correntes da operação da  companhia e os custos da recuperação judicial. </span></p>
</div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/03/noticias-varig-94-variglog-suspende-sua-operacao-valor-economico-de-03022012/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>VarigLog pede suspensão de suas operações</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:09:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alberto Komatsu &#124; Valor SÃO PAULO &#8211; A VarigLog informou que está solicitando à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo uma assembleia de credores para suspender suas operações a partir dessa &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/03/variglog-pede-suspensao-de-suas-operacoes/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span>Por <strong>Alberto Komatsu  | Valor</strong></span></div>
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<p><span><strong>SÃO PAULO &#8211; </strong>A VarigLog informou  que está solicitando à 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São  Paulo uma assembleia de credores para suspender suas operações a partir dessa  data.</span></p>
<p><span>A VarigLog está em recuperação judicial desde o  dia 7 de outubro de 2009, quando a 1ª Vara de Falências de São Paulo aprovou o  plano de recuperação da companhia, mesmo após uma assembleia de credores ter  optado pela falência. Naquela época, o passivo da VarigLog era estimado em torno  de R$ 400 milhões.</span></p>
<p><span>Vinte e dois dias depois, o Tribunal de Justiça  de São Paulo suspendeu a recuperação judicial da VarigLog a pedido de um dos  maiores credores da companhia, a Atlantic Aviation Investments, que alegou que a  recuperação judicial não poderia ter sido ser aprovada porque foi rejeitada pela  maioria dos credores.</span></p>
<p><span>Em maio de 2010, porém, o próprio TJ aprovou a  continuidade do processo de reestruturação judicial da VarigLog, que era o  antigo braço de transporte de cargas da antiga Varig.</span></p>
<p><span>Em meados de 2005, a VarigLog foi adquirida pela  Volo do Brasil, que era uma parceria entre três investidores brasileiros e o  fundo americano de investimentos Matlin Patterson.</span></p>
<p><span>Em 2006, o processo de recuperação judicial da  Varig fez uma cisão da companhia em duas: a marca Varig sem os passivos e a  empresa com os passivos permaneceria em recuperação judicial, com a bandeira  Flex.</span></p>
<p><span>No meio desse processo, a própria VarigLog  comprou a parte boa da Varig e depois a revendeu para a Gol Linhas Aéreas, por  US$ 320 milhões, em março de 2007.</span></p>
<p><em><span>(Alberto Komatsu |  Valor)</span></em></p>
</div>
</div>
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<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/02/03/variglog-pede-suspensao-de-suas-operacoes/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 93 &#8211; STJ e a Lei de Falências: como o tribunal vem decidindo questões de empresas em estado de crise econômico-financeira</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/26/noticias-varig-93-stj-e-a-lei-de-falencias-como-o-tribunal-vem-decidindo-questoes-de-empresas-em-estado-de-crise-economico-financeira/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 22:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[18/12/2011- 08h00 ESPECIAL STJ e a Lei de Falências: como o tribunal vem decidindo questões de empresas em estado de crise econômico-financeira A nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas (Lei 11.101) foi sancionada pelo &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/26/noticias-varig-93-stj-e-a-lei-de-falencias-como-o-tribunal-vem-decidindo-questoes-de-empresas-em-estado-de-crise-economico-financeira/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span>18/12/2011- 08h00</span></div>
<div><span><br />
</span></div>
<div dir="ltr">
<div>
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<div><span>ESPECIAL </span></div>
<p><span>STJ e a Lei de Falências: como o  tribunal vem decidindo questões de empresas em estado de crise  econômico-financeira</span></p>
</div>
<div>
<p><span>A nova Lei de Falências e  Recuperação de Empresas (Lei 11.101) foi sancionada pelo então presidente da  República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 9 de fevereiro de 2005, e tem como  principal objetivo – considerado, por muitos, inovador – preservar a empresa em  estado de crise econômico-financeira.</span></p>
<p>Substituindo o Decreto-Lei  7.661/45, que tinha área de incidência mais restrita, a atual legislação ampliou  a aplicação da falência, estendendo-a também ao empresário, seja individual ou  de forma societária.</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ), última  instância da Justiça brasileira para as causa infraconstitucionais, vem julgando  vários processos com base na nova lei e estabelecendo a correta interpretação  sobre questões como o pedido de falência, o prazo para pedir a desconsideração  da personalidade jurídica e até a intervenção do Ministério Público durante o  procedimento de quebra.</p>
<p><strong>Pedido de falência</strong></p>
<p>No  julgamento do recurso especial 920.140, a Quarta Turma do STJ lembrou que a  Corte repele o pedido de falência como substitutivo de ação de cobrança de  quantia ínfima, devendo-se prestigiar a continuidade das atividades comerciais,  uma vez não caracterizada situação de insolvência, diante do princípio da  preservação da empresa.</p>
<p>No caso, a FICAP S/A recorreu de decisão que  julgou extinta ação de falência proposta por ela contra a Instaladora Elétrica  Ltda., sem o julgamento do mérito, sob o fundamento de que o objetivo da demanda  é a rigidez no recebimento do crédito.</p>
<p>Para isso, sustentou que o pedido  de falência estava devidamente amparado em duplicatas vencidas e protestadas,  com a prova de recebimento da mercadoria, e baseava-se na impontualidade, sendo  desnecessária a demonstração de insolvência da ré.</p>
<p>Em seu voto, o  relator, ministro Aldir Passarinho Junior, hoje aposentado, ressaltou que, em  razão do princípio da preservação da empresa, não basta a impontualidade para o  requerimento da falência; devem ser levados em consideração também os sinais de  insolvência da empresa.</p>
<p>A Corte Especial, no julgamento da SEC 1.735,  não homologou a sentença estrangeira proferida pelo Poder Judiciário de  Portugal, que decretou a falência do empresário Raul Lopes Fonseca, cujos bens  localizados no Brasil, bem como suas cotas sociais, passaram a integrar a massa  falida, “cujo administrador já fora nomeado por aquele mesmo juízo”.</p>
<p>Em  seu voto, o ministro Arnaldo Esteves Lima, relator, ressaltou que, caso fosse  homologada, a sentença estrangeira obstaria no Brasil a instauração ou o  prosseguimento de qualquer ação executiva contra o falido, restringindo, assim,  a jurisdição brasileira.</p>
<p>O colegiado lembrou que, segundo o princípio da  universalidade, a decretação da falência compete ao juízo do local do principal  estabelecimento do devedor (artigo 3º da Lei 11.101).</p>
<p><strong>Direito  intertemporal</strong></p>
<p>E quando o pedido de falência foi feito sob a  vigência do DL 7.661/45? Para o STJ, nas hipóteses em que a decretação da quebra  ocorreu sob a vigência da Lei 11.101, mas o pedido de falência fora feito na  vigência do DL 7.661, deverão ser aplicadas as disposições da lei anterior aos  atos praticados antes da sentença.</p>
<p>O entendimento foi aplicado no  julgamento do recurso interposto pela massa falida da Desenvolvimento Engenharia  Ltda. contra o Condomínio do Edifício Torre Charles de Gaulle (REsp 1.063.081).</p>
<p>No caso, o condomínio propôs execução de título judicial contra a massa  falida, tendo sido efetivada a penhora, avaliação e arrematação de bem imóvel de  propriedade da executada, para satisfação de débito, durante a vigência da  antiga lei. Contudo, antes que pudesse ocorrer o levantamento da quantia pelo  exequente, foi decretada a quebra da empresa executada, já sob a vigência da Lei  11.101.</p>
<p>O juízo de primeiro grau determinou a suspensão da execução e  habilitação do crédito na falência. O condomínio, então, agravou desta decisão e  o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deu provimento ao considerar que a Lei  11.101 se aplica às falências decretadas em sua vigência, mesmo que o  ajuizamento do processo tenha se dado anteriormente, mas incidindo somente a  partir da sentença de decretação.</p>
<p>No STJ, a ministra Nancy Andrighi,  relatora, destacou que a alienação judicial do bem ocorreu antes do decreto da  quebra, por isso o valor apurado deveria ser destinado, primeiramente, à  satisfação de crédito do recorrido e, após, havendo remanescente, reverteria em  favor da massa.</p>
<p>“Cumpre consignar, por fim, apenas a título de reforço  de argumentação, que, mesmo que não houvesse regra expressa de direito  intertemporal na Lei 11.101, as suas regras de natureza processual devem ter  aplicação imediata aos processos em curso. Aplicação imediata esta que não se  confunde com retroatividade da norma. Em outras palavras, aqui também vale a  máxima <em>tempus regit actum</em>, ou seja, se a alienação judicial dos bens,  na hipótese, ocorrera antes da entrada em vigor da lei nova e da decretação da  quebra da recorrente, aplicam-se os dispositivos da lei que estava em vigor à  época (Decreto-Lei 7.661), para definir a destinação do valor apurado”, afirmou  a ministra.</p>
<p><strong>Intervenção do MP</strong></p>
<p>Embora a  intervenção do Ministério Público não seja obrigatória em ações que tenham  relação com a falência de empresas, nada impede sua atuação, e o processo só  será nulo se o prejuízo da intervenção for demonstrado.</p>
<p><span style="color: #000000;">A Terceira Turma do STJ, ao julgar o recurso interposto pela<span> Transbrasil S.A. Linhas</span> Aéreas contra a GE Engines Services – Corporate Aviation Inc., destacou que na  vigência do DL 7.661 era possível a intervenção do MP durante todo o  procedimento de quebra, mesmo em sua fase pré-falimentar, alcançando também as  ações conexas.</span></p>
<p>Com o advento da Lei 11.101, houve sensível  alteração desse panorama, sobretudo ante a constatação de que o número excessivo  de intervenções do MP vinha assoberbando o órgão e embaraçando o trâmite das  ações falimentares. Diante disso, vetou-se o artigo 4º da nova Lei de Falências,  que mantinha a essência do artigo 210 do DL 7.661, ficando a atuação do MP  restrita às hipóteses expressamente previstas em lei.</p>
<p>“Tendo em vista o  princípio da instrumentalidade das formas, a anulação do processo falimentar ou  de ações conexas por ausência de intervenção ou pela atuação indevida do  Ministério Público somente se justifica quando for caracterizado efetivo  prejuízo à parte”, assinalou a ministra Nancy Andrighi, relatora, em sua  decisão.</p>
<p><span><strong>Credor do falido</strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong>Para o STJ, é de reconhecer o interesse jurídico do credor do  falido, devidamente habilitado na ação falimentar, para intervir como assistente  da massa falida nos autos em que ela atuar como parte.</p>
<p>A jurisprudência  foi aplicada pela Terceira Turma do Tribunal, ao julgar recurso interposto pela  Proview Eletrônica do Brasil Ltda. contra a Sharp S.A. Indústria de Equipamentos  Eletrônicos (REsp 1.025.633).</p>
<p>No caso, a Proview afirmava que era  credora das massas falidas da Sharp S.A. e da Sharp do Brasil S.A. Indústria de  Equipamentos Eletrônicos e que, por estar a Sharp Kabushiki Kaisha, também  denominada Sharp Corporation, postulando, em processo autônomo, a anulação e  adjudicação dos registros da marca Sharp, requereu a sua admissão como  assistente simples.</p>
<p>O Tribunal Regional Federal da 2ª Região indeferiu o  pedido. A Proview recorreu ao STJ sustentando que, além de estar caracterizado o  seu interesse jurídico em proteger os bens da massa falida, a antiga Lei de  Falências assegura aos credores da massa o direito de intervir como assistentes  nas causas em que ela seja parte.</p>
<p>Em seu voto, o relator, ministro  Massami Uyeda, destacou que a declaração de falência constitui novo regime  jurídico entre o comerciante falido e seus credores. Entre outros efeitos, o  falido perde o direito de administrar e dispor dos seus bens, que deverão ser  arrecadados para a satisfação dos seus credores, naquilo que for possível,  configurando-se uma verdadeira execução concursal.</p>
<p>Com isso, nasce para  os credores do falido o interesse na preservação e arrecadação de todo e  qualquer patrimônio que possa vir a formar a massa falida objetiva. “Nessa  circunstância, não há como negar que, nesse momento, o credor do falido passa a  ter interesse jurídico quanto aos bens do falido”, afirmou o ministro.</p>
<p><span><strong>Remuneração do síndico<br />
</strong><br />
De acordo com o STJ, o síndico de massa falida destituído da  atribuição não faz jus à remuneração pelo trabalho exercido. Assim, a Quarta  Turma resolveu afastar os honorário concedidos pelo Tribunal de Justiça da  Paraíba ao síndico da massa falida da Usina Santana S/A (REsp 699.281).</span></p>
<p>O síndico alegou que não havia sido destituído, mas apenas substituído.  Por isso, deveria ser remunerado. Para ele, entender de forma diversa revelaria  nova interpretação dos fatos.</p>
<p>O TJPB entendeu que o trabalho fora  indubitavelmente exercido, e a contrapartida pelo trabalho realizado seria a  remuneração, por não ser autorizado o trabalho escravo. No entanto, a ministra  Isabel Gallotti esclareceu que, conforme disposição literal do Decreto-Lei  7.661, não cabe remuneração alguma ao síndico destituído. Demonstrada a  destituição, o STJ só poderia enquadrar o fato à norma pertinente.</p>
<p><span><strong>Suspensão de execuções</strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong></strong>É a partir do deferimento do processamento da recuperação  judicial que todas as ações e execuções em curso contra o devedor se suspendem.  Na mesma esteira, diz o artigo 52, III, da Lei 11.101 que, estando a  documentação em termos, o juiz deferirá o processamento da recuperação judicial  e, no mesmo ato, ordenará a suspensão de todas as ações e execuções contra o  devedor.</p>
<p>Assim, os atos praticados nas execuções em trâmite contra o  devedor entre a data de protocolo do pedido de recuperação e o deferimento de  seu processamento são, em princípio, válidos e eficazes, pois os processos estão  em seu trâmite regular. “A decisão que defere o processamento da recuperação  judicial possui efeitos ex nunc, não retroagindo para atingir os atos que a  antecederam”, concluiu a Segunda Seção do STJ, no julgamento do CC 105.345.</p>
<p>Segundo os ministros do colegiado, o artigo 49 da nova Lei de Falências  delimita o universo de credores atingidos pela recuperação judicial, instituto  que possui abrangência bem maior que a antiga concordata, a qual obrigava  somente os credores quirografários.</p>
<p>“A recuperação judicial atinge todos  os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos, ou seja,  grosso modo, além dos quirografários, os credores trabalhistas, acidentários,  com direitos reais de garantia, com privilégio especial, com privilégio geral,  por multas contratuais e os dos sócios ou acionistas”, afirmou a Seção.</p>
<p><span><strong>Competência</strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong></strong><span style="color: #0000ff;"><strong>Para o STJ, o juízo responsável  pela recuperação judicial detém a competência para dirimir todas as questões  relacionadas, direta ou indiretamente, com tal procedimento, inclusive aquelas  que digam respeito à alienação judicial conjunta ou separada de ativos da  empresa recuperanda, diante do que estabelece a Lei 11.101.</strong></span></p>
<p><strong>O  entendimento foi aplicado pela Segunda Seção no julgamento do CC 112.637. No  caso, a Varig Linhas Aéreas S/A instaurou o conflito de competência envolvendo o  Juízo de Direito da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, onde se processa a  recuperação judicial de empresas do Grupo Varig, e o Juízo da 82ª Vara do  Trabalho do Rio de Janeiro, no qual tramitava reclamação trabalhista contra a  Varig Linhas Aéreas.</p>
<p>Segundo o relator, ministro João Otávio de Noronha,  com a edição da Lei 11.101, respeitadas as especificidades da falência e da  recuperação judicial, é competente o respectivo juízo para prosseguimento dos  atos de execução, tais como alienação de ativos e pagamentos de credores, que  envolvam créditos apurados em outros órgãos judiciais, inclusive trabalhistas,  ainda que tenha ocorrido a constrição de bens do devedor.</p>
<p>“Após a  apuração do montante devido, processar-se-á no juízo da recuperação judicial a  correspondente habilitação, de modo a não transgredir os princípios norteadores  do instituto e as formalidades legais do procedimento, nem desvirtuar o  propósito contido no artigo 47 da Lei 11.101”, afirmou o ministro.</p>
<p>Noronha destacou, ainda, que a jurisprudência do Superior Tribunal de  Justiça tem reconhecido, reiteradamente, a incompatibilidade da adoção de atos  de execução de julgados em outros juízos, notadamente na esfera trabalhista, de  forma simultânea ao curso de processo de reorganização judicial da empresa  devedora.</p>
<p></strong><strong></strong><span><strong>Personalidade jurídica</strong></span></p>
<p><strong> </strong><strong></strong>No  julgamento do recurso especial 1.180.714, a Quarta Turma aplicou o entendimento  de que a desconsideração da personalidade jurídica é técnica consistente não na  ineficácia ou invalidade de negócios jurídicos celebrados pela empresa, mas na  ineficácia relativa da própria pessoa jurídica – ineficácia do contrato ou  estatuto social da empresa –, frente a credores cujos direitos não são  satisfeitos.</p>
<p>A decisão levou em conta diferenças essenciais entre a  desconsideração e dois outros institutos, a ação revocatória falencial e a ação  pauliana. A primeira visa ao reconhecimento de ineficácia de determinado negócio  jurídico tido como suspeito, e a segunda, à invalidação de ato praticado em  fraude a credores, servindo ambos os instrumentos como espécies de interditos  restitutórios, com o objetivo de devolver à massa falida ou insolvente os bens  necessários ao adimplemento dos credores.</p>
<p>Assim, o colegiado considerou  que descabe, por ampliação ou analogia, sem previsão legal, trazer para a  desconsideração da personalidade jurídica os prazos decadenciais para o  ajuizamento das ações revocatória falencial e pauliana.</p>
<p>“Relativamente  aos direitos potestativos para cujo exercício a lei não vislumbrou necessidade  de prazo especial, prevalece a regra geral da inesgotabilidade ou da  perpetualidade, segundo a qual os direitos não se extinguem pelo não-uso. Assim,  à míngua de previsão legal, o pedido de desconsideração da personalidade  jurídica, quando preenchidos os requisitos da medida, poderá ser realizado a  qualquer momento”, afirmou o ministro Luis Felipe Salomão, em seu voto.</p>
<p>Segundo o ministro, no processo falimentar, não há como a  desconsideração da personalidade jurídica atingir somente as obrigações  contraídas pela sociedade antes da saída dos sócios.</p>
<p>“Reconhecendo o  acórdão recorrido que os atos fraudulentos, praticados quando os recorrentes  ainda faziam parte da sociedade, foram causadores do estado de insolvência e  esvaziamento patrimonial por que passa a massa falida, a superação da pessoa  jurídica tem o condão de estender aos sócios a responsabilidade pelos créditos  habilitados, de forma a solvê-los de acordo com os princípios próprios do  direito falimentar, sobretudo aquele que impõe igualdade de condição entre os  credores, na ordem de preferência imposta pela lei”, afirmou o ministro Salomão.</p>
</div>
<p><span>A notícia ao lado  refere-se<br />
aos seguintes processos:<br />
</span></p>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%20920140" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  920140</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=SEC%201735" target="_blank" class="liexternal"><span>SEC 1735</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201063081" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  1063081</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201230431" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  1230431</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201025633" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  1025633</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%20699281" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  699281</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=CC%20105345" target="_blank" class="liexternal"><span>CC 105345</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=CC%20112637" target="_blank" class="liexternal"><span>CC 112637</span></a></div>
<div><a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REsp%201180714" target="_blank" class="liexternal"><span>REsp  1180714</span></a></div>
</div>
</div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/26/noticias-varig-93-stj-e-a-lei-de-falencias-como-o-tribunal-vem-decidindo-questoes-de-empresas-em-estado-de-crise-economico-financeira/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cidades terão &#8216;cemitério&#8217; para aeronaves</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/cidades-terao-cemiterio-para-aeronaves/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Folha de São Paulo São Paulo, quinta-feira, 19 de janeiro de 2012Cidades terão &#8216;cemitério&#8217; para aeronaves DE BRASÍLIA &#160; Se, até março, não forem retiradas duas aeronaves da Vasp que estão paradas em Manaus (AM), a &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/cidades-terao-cemiterio-para-aeronaves/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span><strong>Folha de São Paulo</strong><br />
São Paulo, quinta-feira, 19 de janeiro de  2012<strong><span style="color: #006699;"><span>Cidades terão &#8216;cemitério&#8217; para  aeronaves</span></span></strong><span><br />
</span><strong><span style="font-family: MS Sans Serif;">DE BRASÍLIA</span></strong><span> </span>&nbsp;</p>
<p>Se, até março, não forem retiradas duas aeronaves da  Vasp que estão paradas em Manaus (AM), a Infraero terá de parar a obra de  ampliação da área de embarque e desembarque do aeroporto da cidade, uma das  sedes da Copa-14, diz o juiz auxiliar Marlos Augusto Melek, do Conselho Nacional  de Justiça.</p>
<p>Em Congonhas, os 118 mil metros quadrados empatados com  sucatas da Vasp renderiam, no mínimo, R$ 515 mil por mês à Infraero com aluguel,  se ela transformasse todo o espaço em hangares.</p>
<p>Considerando que as  aeronaves estão lá desde 2004 e 2005, em valores de hoje, o governo deixou de  arrecadar pelo menos R$ 43 milhões.</p>
<p>Além de resolver o problema das  aeronaves que estão encalhadas, será necessário estabelecer uma mudança nas  regras em vigor para evitar novo acúmulo de aviões com pendências judiciais nos  aeroportos do país.</p>
<p>A proposta encampada pelo CNJ é criar um &#8220;aeroporto  de referência&#8221; em cada região. Na prática, serão escolhidas algumas cidades que  funcionarão como cemitérios oficiais dessas aeronaves.</p>
<p>A lista em  discussão prevê que os aeroportos situados em Boavista (RR), Cruzeiro do Sul  (AC), Santarém (PA), Petrolina (PE), Corumbá (MT) eBagé (RS) sejam usados com  essa finalidade.</p>
<p>O maior problema tem sido definir um aeroporto na região  Sudeste. Por enquanto, uma sugestão é usar a pista de teste da Embraer  localizada em Pirassununga (SP).</p>
<p>Segundo Melek, os aviões também não  poderão ficar mais parados indefinidamente. &#8220;Vamos fixar o prazo de oito meses.  A partir daí a aeronave entra num processo de perecimento irreversível. A idéia  aí é vendê-la e depositar o dinheiro em juízo&#8221;, afirmou  Melek.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p></span></div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/cidades-terao-cemiterio-para-aeronaves/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo vai remover 155 aviões sucateados</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/governo-vai-remover-155-avioes-sucateados/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Transbrasil]]></category>
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		<category><![CDATA[VASP]]></category>

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		<description><![CDATA[Folha de São Paulo São Paulo, quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 Governo vai remover 155 aviões sucateados Para ganhar espaço em aeroportos, R$ 23 milhões em dívidas de empresas falidas serão assumidas pela União Aeronaves &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/governo-vai-remover-155-avioes-sucateados/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span><strong>Folha de São Paulo</strong><br />
São Paulo, quinta-feira, 19 de janeiro de  2012</span></div>
<div><span><br />
</span></div>
<div><span><strong><span style="color: #006699;"><span>Governo vai remover 155 aviões  sucateados</span></span></strong><span><br />
<strong><em>Para  ganhar espaço em aeroportos, R$ 23 milhões em dívidas de empresas falidas serão  assumidas pela União<br />
Aeronaves de Vasp, Varig e Transbrasil ocupam áreas  nobres; estorvo é presente em 11 dos 12 aeroportos da  Copa</em></strong></span></span></div>
<div><span><strong><em> </em></strong><br />
</span><strong><span style="font-family: MS Sans Serif;">SHEILA  D’AMORIM<br />
DE BRASÍLIA</span></strong><span> </span></div>
<div><span>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: MS Sans Serif;">Luiza  Sigulem/Folhapress</span><span><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2803" title="11_07_20glb001" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/11_07_20glb001.jpg" alt="" width="400" height="215" /><br />
</span><span style="font-family: MS Sans Serif;">Aviões  sucateados ficam estacionados perto da pista do aeroporto de Cumbica</span></p>
<p>Para se livrar de 155 aviões velhos que  viraram sucatas e garantir mais espaço nos aeroportos, o governo precisa abrir  mão de cerca de R$ 23 milhões em dívidas de tarifas para permanência em solo e  outras taxas que os proprietários têm com a Infraero.</p>
<p>Terá de gastar  ainda algo em torno de R$ 2 milhões para desmonte somente das 65 aeronaves de  grande porte que pertencem, na maioria, a empresas falidas como Vasp, Varig e  Transbrasil.</p>
<p>A dívida total dessas companhias com a Infraero é bem maior.  Mas, para avançar com o programa Espaço Livre -coordenado pelo CNJ (Conselho  Nacional de Justiça) com o objetivo de liberar os aeroportos-, será preciso que  o governo assuma como prejuízo uma parte dos débitos, o que permitirá a remoção  dos aviões.</p>
<p>&#8220;Esse foi o acordo para a remoção das aeronaves em Congonhas  e deverá ser seguido pelos demais. A Infraero recuperará os valores gastos entre  três e seis meses, ao explorar comercialmente os espaços ocupados&#8221;, diz Marlos  Augusto Melek, juiz auxiliar da corregedoria do CNJ.</p>
<p>A estatal está  passando um pente-fino nos débitos de todas aeronaves para atualizar os valores  e checar se há alguma restrição legal para abrir mão do  pagamento.</p>
<p>Segundo levantamento do governo obtido pela Folha, dos 66  aeroportos administrados pela Infraero, 34 estão com áreas nobres entulhadas por  aviões que não têm mais condições de voo, envolvidos em pendência  judiciais.</p>
<p>Todas as cidades-sede da Copa, com exceção do de Natal (RN),  enfrentam esse problema. A maior parte das aeronaves, 90 no total, são pequenas  e foram apreendidas de traficantes, penhoradas para pagar dívidas trabalhistas  ou com o próprio governo ou foram simplesmente abandonadas pelos  donos.</p>
<p>Alguns aviões estão parados nos aeroportos Pinto Martins, em  Fortaleza (CE), e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, desde 1992. As duas  aeronaves mais antigas registradas no levantamento estão em Congonhas: uma desde  1972, e a outra, 1981.</p>
<p>Os aeroportos de Brasília e Congonhas e um de  Belém concentram a maior quantidade dessas aeronaves: 44.</p>
<p>No fim do ano  passado, o programa Espaço Livre conseguiu remover e desmontar sete aviões  grandes que pertenciam à Vasp. Quatro deles deles estavam em Congonhas (SP) e  três no Galeão (RJ).</p>
<p>O cronograma está atrasado. O CNJ previa resolver a  situação das aeronaves de grande porte até março. &#8220;A responsabilidade pela  Infraero migrou do Ministério da Defesa para a Secretaria de Aviação Civil e  isso atrasou o processo&#8221;, afirma Melek.</p>
<p><strong>FOLHA.com</strong></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1036253-governo-deve-desistir-de-divida-para-remover-avioes-sucateados.shtml" title="Veja imagens dos aviões que viraram sucata" target="_blank" class="liexternal">Veja imagens dos aviões que viraram  sucata</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p></span></div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/23/governo-vai-remover-155-avioes-sucateados/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Notícias Varig &#8211; 92 &#8211; Decisão do STJ sobre Varig é &#8220;inócua&#8221;, diz advogado de trabalhadores</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/12/noticias-varig-92-decisao-do-stj-sobre-varig-e-inocua-diz-advogado-de-trabalhadores/</link>
		<comments>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/12/noticias-varig-92-decisao-do-stj-sobre-varig-e-inocua-diz-advogado-de-trabalhadores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 16:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Decisão do STJ sobre Varig é &#8220;inócua&#8221;, diz advogado de trabalhadores Por Alberto Komatsu &#124; Valor SÃO PAULO &#8211; A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de suspender a execução de todas as ações trabalhistas &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/12/noticias-varig-92-decisao-do-stj-sobre-varig-e-inocua-diz-advogado-de-trabalhadores/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span>Decisão do STJ sobre Varig é  &#8220;inócua&#8221;, diz advogado de trabalhadores</span></h1>
<div><span>Por <strong>Alberto Komatsu  | Valor</strong></span></div>
<div>
<div>
<div>
<p><span><strong>SÃO PAULO &#8211; </strong>A </span><a href="http://www.valor.com.br/empresas/1172948/stj-concede-liminar-que-suspende-acoes-trabalhistas-contra-varig" target="_blank" class="liexternal"><span>decisão do Superior Tribunal de  Justiça (STJ)</span></a><span> de suspender a execução de  todas as ações trabalhistas em curso contra a Varig (VRG), controlada pela Gol  Linhas Aéreas, não surpreendeu os credores trabalhistas da companhia. Essa  decisão foi divulgada na manhã de hoje e é do presidente do STJ, ministro Ari  Pargendler.</span></p>
<p><span>De acordo com o advogado de 1.200 trabalhadores  da Varig, Carlos Duque Estrada, a decisão é “inócua”, porque confirma decisões  judiciais anteriores que concentram ações contra a Varig na 1ª Vara Empresarial  do Rio de Janeiro. O advogado também lembra que o Supremo Tribunal Federal  (STF), há cerca de três anos, já havia decidido que a Varig e a Gol não herdam  dívidas da antiga Varig, a que permaneceu em recuperação judicial com a marca  Flex.</span></p>
<p><span>“A decisão do STJ é inócua porque essa questão  já está pacificada por decisões judiciais anteriores”, afirma Duque Estrada. De  acordo com ele, há dois anos a dívida total da Varig era estimada em R$ 11  bilhões, sendo que somente de débitos trabalhistas seriam cerca de R$ 800  milhões. A Varig contava com 22 mil funcionários quando entrou em recuperação  judicial, em meados de 2005. No entanto, conforme o advogado, somente sete mil  trabalhadores ajuizaram recursos judiciais.</span></p>
<p><span>Duque Estrada conta que a estratégia para tentar  obter o pagamento de seus clientes é ajuizar recursos contra outras empresas, as  que não foram blindadas pela decisão do STF. São empresas que pertenciam à Varig  mas que não entraram em recuperação judicial ou que foram negociadas durante o  processo de recuperação judicial da companhia.</span></p>
<p><span>São companhias como TAP Manutenção e Engenharia,  que adquiriu a antiga Varig Engenharia e Manutenção (VEM), e a rede de hotéis  Tropical.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div><strong>DECISÃO </strong></div>
<p><span>Suspensas todas as execuções  trabalhistas contra a Varig</span></p>
</div>
<div>
<p><span>As execuções trabalhistas  em curso contra a VRG Linhas Aéreas S/A, antiga Varig, estão suspensas. A  decisão é do presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari  Pargendler, que concedeu à empresa controlada pelo Grupo Gol liminar em conflito  de competência. A decisão também estabelece que cabe ao juiz de direito da 1ª  Vara Empresarial do Rio de Janeiro decidir sobre medidas urgentes envolvendo a  empresa em processo de recuperação judicial.</span></p>
<p>A VRG apresentou o conflito  de competência porque diversas ações trabalhistas contra a Varig, que tramitam  em 36 varas de sete estados, foram julgadas procedentes, o que motivou ações de  execução contra a nova empresa e também contra a Gol Linhas Aéreas Inteligentes  S/A.</p>
<p>No pedido, a VRG alega ainda que estava sendo obrigada a cumprir  decisões antagônicas, tendo em vista que algumas reconheceram a sucessão entre  as empresas e determinaram o pagamento dos valores estabelecidos nas condenações  trabalhistas. Também há decisões que negam a existência de sucessão entre a VRG  e a Varig.</p>
<p>A VRG sustenta que essas decisões trazem consequências  práticas para ela, pois, além da aplicação de multa diária, já houve penhora de  ativos da empresa e há o risco iminente de inscrição como devedora perante a  Justiça do Trabalho. “Há, portanto, notável perigo na demora na resolução de  qual o juízo é o competente, pois o prosseguimento das demandas implicará a  aplicação de sanções”, argumentou a defesa.</p>
<p>Outro argumento apresentado  é o de que a legislação brasileira é bem clara ao determinar que as ações contra  empresas em processo de recuperação ou falidas deverão ser processadas na vara  empresarial onde correr o processo de recuperação ou falência.</p>
<p>Por  considerar que a urgência estava justificada, o presidente do STJ concedeu a  liminar para sustar qualquer ato de execução contra a VRG e designar o juízo  competente, que é o da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. O mérito do  conflito de competência será julgado pela Segunda Seção do STJ, responsável  pelos casos de direito privado, e o relator será o ministro Marco Buzzi.</p>
</div>
<p>(<a href="http://www.stj.jus.br/noticias" target="_blank" class="liexternal">www.stj.jus.br/noticias</a>)</p>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2012/01/12/noticias-varig-92-decisao-do-stj-sobre-varig-e-inocua-diz-advogado-de-trabalhadores/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 91 &#8211; Segundo a Associação de Pilotos da Varig: leilão de hotel é farsa</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 23:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S.Paulo Associação de Pilotos da Varig: leilão de hotel é farsa 08 de dezembro de 2011 &#124; 18h 57 LUCAS AZEVEDO &#8211; Agencia Estado PORTO ALEGRE - Questionado hoje sobre o leilão do &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-91-segundo-a-associacao-de-pilotos-da-varig-leilao-de-hotel-e-farsa/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span>O Estado de  S.Paulo</span></strong><br />
<strong><span style="color: #006699;">Associação de Pilotos da Varig: leilão de hotel é  farsa</span></strong><br />
<span>08 de dezembro de 2011 | 18h 57<br />
</span><strong><span>LUCAS AZEVEDO &#8211; Agencia  Estado</span></strong></p>
<p><span><strong>PORTO ALEGRE -</strong> Questionado hoje sobre o  leilão do Tropical Hotel Manaus, que pode não ser realizado, segundo decisão da  justiça, o vice-presidente da Associação de Pilotos da Varig (Apvar), Elnio  Borges Malheiros, disparou: &#8220;Isso é mais um passo da mesma farsa. Todo o  patrimônio da Fundação Ruben Berta, e o carro-chefe era a Varig &#8211; a única coisa  que tinha valor significativo, porque sustentava todo o resto -, na verdade  seria patrimônio que está preso, porque tudo pertence à fundação&#8221;. Sobre o  contato entre a Apvar e Fundação Ruben Berta, ele disse: &#8220;A ligação que temos  com a fundação é institucional. Não temos um relacionamento direto. Nesse  processo de farsa foi tudo praticamente desestruturado.</span></p>
<p>Em relação ao  processo, Malheiros diz: &#8220;Estamos sobrevivendo com um esforço espúrio para  continuar na Justiça denunciando as fraudes dentro do próprio processo. É tudo  fingimento de que houve recuperação, de que há possibilidade de pagar alguém da  maneira que isso está sendo conduzido. A maior parte do dinheiro foi entregue ao  grupo do chinês Lap Shan, junto com quatro brasileiros laranjas, que só  apareceram para poder fingir que tinham controle sobre a Varig Log para fazer  cumprir a lei brasileira. A partir daí, todo dinheiro que entra é usado para  alimentar a própria farsa, como se o processo de recuperação pudesse estar em  andamento. Mas não há andamento nenhum.</p>
<p>A sentença que diz que a  recuperação da Varig foi um sucesso, em 2009, é uma mentira. Isso porque menos  de doze meses depois o próprio juiz decretou falência, reconhecendo que a Varig  devia três vezes mais do que quando começou o processo.&#8221; Enquanto isso, diz  Malheiros, milhares de pessoas são trucidados. Vários aposentados morreram sem  condições de comprar remédio, de se alimentar direito. De 8,5 mi aposentados,  quase 10% sucumbiu nesse processo.</p>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-91-segundo-a-associacao-de-pilotos-da-varig-leilao-de-hotel-e-farsa/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 90 &#8211; Tesouro da Varig</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo 8/12/2011 Tesouro da Varig Obras de arte da empresa vão a leilão para pagar credores Flávia Oliveira A massa falida da antiga Varig levará a leilão, dia 15, as obras de arte do acervo &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><span><span> </span></span><strong>O Globo</strong><br />
8/12/2011</p>
<p><strong><span style="color: #006699;"><span>Tesouro da  Varig</span></span></strong><span><br />
<strong><em>Obras de arte  da empresa vão a leilão para pagar credores</em></strong><br />
</span><strong><span style="font-family: MS Sans Serif;">Flávia Oliveira</span></strong></p>
<p>A massa falida da antiga Varig levará a leilão, dia  15, as obras de arte do acervo da companhia aérea, anuncia o gestor judicial  Jaime Canho. O tesouro é composto de 160 lotes, de pinturas a tapetes, de  esculturas a desenhos e gravuras.<br />
O preço mínimo vai de cem reais a R$ 18 mil,  caso do quadro “O Ford preto”, de Rubens Gerchman (foto 1). Há obras de Claudio  Tozzi (2), Marilia Kranz (3), Cristina Canale (4) e Carlos Scliar.<br />
O pregão  ficará a cargo de Walter Rezende. A renda apurada com a venda das peças ficará à  disposição da 1a- Vara Empresarial do TJ-Rio. Futuramente, os recursos serão  rateados entre os credores. O juiz Luiz Roberto Ayoub preside o processo de  falência da Varig.</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/11_12_08glb001/" title='11_12_08glb001' class="liimagelink"><img width="150" height="150" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/11_12_08glb001-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11_12_08glb001" title="11_12_08glb001" /></a>
<a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/11_12_08glb002/" title='11_12_08glb002' class="liimagelink"><img width="150" height="150" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/11_12_08glb002-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11_12_08glb002" title="11_12_08glb002" /></a>
<a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/11_12_08glb003/" title='11_12_08glb003' class="liimagelink"><img width="150" height="150" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/11_12_08glb003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11_12_08glb003" title="11_12_08glb003" /></a>
<a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/11_12_08glb004/" title='11_12_08glb004' class="liimagelink"><img width="150" height="150" src="http://www.duqueestrada.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/11_12_08glb004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="11_12_08glb004" title="11_12_08glb004" /></a>

<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/12/09/noticias-varig-90-tesouro-da-varig/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Notícias Varig &#8211; 89 &#8211; Fracassa leilão de ativos da antiga Varig</title>
		<link>http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/08/31/noticias-varig-89-fracassa-leilao-de-ativos-da-antiga-varig/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 09:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[VARIG]]></category>

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		<description><![CDATA[29/08/2011-20h19 Fracassa leilão de ativos da antiga Varig FOLHA.COM MARCELO MOTA DO VALOR ONLINE A primeira tentativa de venda de ativos remanescentes da antiga Varig fracassou. Não houve propostas pela Flex Comunication Center (FCC), uma estação &#8230; <a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/08/31/noticias-varig-89-fracassa-leilao-de-ativos-da-antiga-varig/" class="liexternal">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=":235">
<div id=":26e">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div>
<div><span>29/08/2011-20h19</span></div>
<h1><span>Fracassa leilão de ativos da antiga  Varig</span></h1>
<div>
<p><a href="http://folha.com/" target="_blank" class="liexternal">FOLHA.COM</a></p>
<div><img src="http://bn.uol.com.br/event.ng/Type=count&amp;ClientType=2&amp;ASeg=&amp;AMod=&amp;AOpt=0&amp;AdID=353081&amp;FlightID=154984&amp;TargetID=668&amp;SiteID=209&amp;EntityDefResetFlag=0&amp;C=0&amp;Segments=15,138,385,396,439,500,544,550,566,866,882,1417,1956,1959,2254,2407,2414,2871,3172,3680,4102,4415,4874,4986,5929,6300,6593,6726,6761,6891,6892,7472,9187,9503,10691,11032,12420,13874,14005,14014,14037,14048,14195,14350,14403,14413,14421,14503,14908,14934,14946,15242,15518,15531,15623,15657&amp;Targets=4,435,18980,6444,668,883,2481,4361,7418,8342,8524,12112,17630,22140,23080&amp;Values=31,51,60,81,100,150,200,209,211,349,357,376,382,390,407,484,698,958,998,1039,12349,12351,12568,14488,14754,15612&amp;RawValues=&amp;random=hmjjvq,bhfynrgNmvzgp" border="0" alt="" width="1" height="1" /></div>
</div>
<div>
<p><span><strong>MARCELO MOTA</strong><br />
DO VALOR  ONLINE</span></p>
</div>
<p><span>A </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/966971-antiga-varig-fara-o-primeiro-leilao-de-bens-apos-falencia.shtml" target="_blank" class="liexternal"><span>primeira tentativa de venda de ativos  remanescentes</span></a><span> da antiga Varig fracassou.  Não houve propostas pela Flex Comunication Center (FCC), uma estação de rádio  aeroviária, levada a leilão por R$ 1,8 milhão. O leilão era considerado pelos  responsáveis pelos ativos remanescentes da falência como um teste do apetite do  mercado.</span></p>
<p><span>Segundo o advogado Fábio Nogueira Fernandes,  sócio do escritório Nogueira, Simão e Bragança, que cuida das questões  tributárias e relativas à falência da Varig, havia cerca de 60 pessoas no  auditório do Tribunal de Justiça do Rio, onde o leilão foi realizado.</span></p>
<p><span>Depois de tentar vender a estação pelo preço de  avaliação, foi realizada uma segunda rodada, por um preço 30% menor, de  aproximadamente R$ 1,3 milhão, mas ninguém se manifestou. O leilão foi  encerrado, e um novo edital terá de ser publicado, estipulando nova data para a  venda.</span></p>
<p><span>A FCC é composta por cinco frequências de rádio  na região Sul e uma no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, a estação é  utilizada como alternativa na comunicação entre aeronaves e companhias aéreas,  mas é sua relevância para a operação aeroviária no Sul que justificou sua  continuidade em operação, mesmo após a falência.</span></p>
<p><span>Para pousar ou decolar por instrumentos nos  aeroportos gaúchos de Santo Ângelo, Passo Fundo e Caxias do Sul, ou nos de  Chapecó (SC) e Cascavel (PR), qualquer companhia precisa utilizar as frequências  detidas pela FCC.</span></p>
<p><span>Além da FCC, permaneceu em operação o antigo  Centro Técnico Operacional da Varig, avaliado em aproximadamente R$ 70 milhões.  Em entrevista dada ao Valor na semana passada, o gestor judicial da companhia,  Jaime Canha, disse esperar que houvesse ao menos meia dúzia de interessados no  leilão da FCC.</span></p>
<p><span>O grupo seria composto basicamente pelas  companhias aéreas que operam rotas no setor, como TAM, Gol, Azul, Webjet e Trip,  mas pode haver outros investidores, contanto que habilitados a operar a estação  de rádio pela Força Aérea Brasileira.</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align:left; margin: 0px 0px 0px 0px;" ><a href="http://www.duqueestrada.adv.br/index.php/2011/08/31/noticias-varig-89-fracassa-leilao-de-ativos-da-antiga-varig/?pfstyle=wp" style="text-decoration: none; outline: none; color: #55750C;" class="liimagelink"><img class="printfriendly" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-button.gif" alt="PrintFriendly" style="display:none; width:1px; height:1px;" /></a></div>]]></content:encoded>
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